Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 69,28 / kg
Soja - Indicador PRR$ 119,94 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 126,17 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 10,08 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 6,85 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 6,77 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 6,60 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 6,52 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 6,67 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 158,55 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 166,43 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 174,45 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 183,29 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 149,18 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 167,73 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,26 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,31 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.173,45 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.086,74 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 175,87 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 157,65 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 158,10 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE)R$ 168,54 / cx
Exportação

Exportações de carne suína crescem em outubro

Volume aumenta para compradores tradicionais e para africanos, porém, receita caiu 9,67%. Abipecs reforça urgência de abertura de novos mercados com o real valorizado.

Compartilhar essa notícia

As exportações de carne suína, em outubro, de 63,03 mil toneladas, cresceram nada menos que 34,31% em volume, mas caíram 9,67% em valor. No acumulado do ano, o Brasil exportou 511,76 mil toneladas, um aumento de 8,68% em relação a igual período de 2008, e obteve uma receita de US$ 1,02 bilhão, uma drástica redução de 23,20%.

A estimativa da Associação Brasileira da Indústria Produtora e Exportadora de Carne Suína (Abipecs) é que o Brasil exportará, em 2009, volume pouco superior ao inicialmente estimado de cerca de 600 mil toneladas. Os mercados ainda são basicamente os mesmos. Fora a Rússia, que continua o principal cliente e para onde as exportações cresceram 12,23% de janeiro a outubro (228,59 mil t), houve expansão de 50,80% nas vendas para outro grande comprador, Angola, e para Cingapura, de 27,64%.

Para Hong Kong, de janeiro a outubro, as exportações cresceram 8% em volume (101,25 mil t), mas caíram 10% em receita. Outro tradicional mercado, a Ucrânia, elevou em cerca de 5% suas importações do Brasil no período.

Outros africanos também se destacam em 2009: para a República Democrática do Congo, houve um aumento de 236% nos dez primeiros meses deste ano. Para a Namíbia, de 289%, para o Senegal, de 125%, e para Moçambique, de 93%.

Os principais destinos da carne suína brasileira são Rússia, Hong Kong, Ucrânia, Cingapura e Angola.

Preços – “Os preços continuam deprimidos, mais de 30% inferiores em dólares na comparação com o ano passado, refletindo as crises financeira e setorial, que atingem os principais países produtores. União Europeia, EUA e Canadá atravessam crise no setor de suínos parecida à do Brasil. A valorização do Real também tem forte impacto na rentabilidade das empresas e produtores”, analisa Pedro de Camargo Neto, presidente da Abipecs.

Câmbio – As projeções econômicas divulgadas por diversos analistas não permitem vislumbrar uma alteração significativa no câmbio. Mesmo a recente medida tomada pelo governo, ao tributar a entrada de recursos do exterior, teve impacto pequeno e talvez de curto prazo, comenta Camargo Neto.

“A expectativa de termos que conviver, em 2010, com o Real valorizado somente reforça a urgência da imediata abertura de novos mercados com preços mais atraentes. É essencial que o governo federal dê total atenção aos diversos processos de abertura de mercados, garantindo a melhor tramitação possível”, defende o presidente da ABIPECS.

Mais rapidez – A União Europeia realizou, em outubro, missão veterinária ao estado de Santa Catarina. Informações preliminares, de caráter não oficial, foram positivas. “É preciso garantir uma rápida tramitação desse processo e pedir urgência na visita já solicitada pelo Ministério da Agricultura aos estados vizinhos do Rio Grande do Sul e Paraná. Ambos estão preparados para receber a missão europeia”, diz.

Coreia do Sul – A Coreia do Sul realiza nesta semana sua primeira inspeção de reconhecimento ao sistema de sanidade do setor de suínos de Santa Catarina. Porém, ainda é prematuro fazer qualquer prognóstico de abertura, comenta Camargo Neto.

EUA e Japão – “Infelizmente, o processo iniciado em 2008 pelo Aphis, autoridade sanitária dos EUA, encontra-se paralisado, em clara demonstração de falta de prioridade do governo norte-americano às demandas do Brasil”, acrescenta.

“Insistentes reclamações do governo brasileiro e da Abipecs, realizadas em Washington e junto à Organização Mundial do Comércio, em Genebra, no sentido do correto andamento do processo burocrático, têm sido ignoradas. Também o processo de abertura do mercado do Japão tem encontrado dificuldades na análise técnica do extenso questionário respondido pelo MAPA em março deste ano”, reclama. “O correto andamento desses processos é essencial para a estabilidade do setor de carne suína”, destaca Camargo Neto.

África do Sul – O mercado continua fechado. Os demais países, que também pararam de importar do Brasil após o foco de febre aftosa em Eldorado (MS), em 2006, já reabriram. “Essa anormalidade torna-se inconcebível diante da propalada boa amizade entre os dois países e seus presidentes. Esperamos que o ministro Miguel Jorge (Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior) resolva de maneira definitiva essa questão por ocasião de sua visita a Pretória, nesta semana (dia 12). O destaque acima das exportações para os diversos países do continente africano assim exigem”, reforça o presidente da Abipecs.

Mercado Interno: reação positiva – A Abipecs registra que o mercado interno tem reagido de maneira positiva, com ligeiro aumento de consumo, apesar de os preços ainda não serem remuneradores. “Felizmente, porém, o setor não enfrenta acúmulo de estoques, e o período de final de ano, tradicionalmente, aumenta o consumo dos produtos de suínos”, conclui Camargo Neto.

Assuntos Relacionados
abipecscarne suínaexportaçõessuíno
Mais lidas
Cotação
Fonte CEPEA
  • Milho - Indicador
    Campinas (SP)
    R$ 69,28
    kg
  • Soja - Indicador
    PR
    R$ 119,94
    kg
  • Soja - Indicador
    Porto de Paranaguá (PR)
    R$ 126,17
    kg
  • Suíno Carcaça - Regional
    Grande São Paulo (SP)
    R$ 10,08
    kg
  • Suíno - Estadual
    SP
    R$ 6,85
    kg
  • Suíno - Estadual
    MG
    R$ 6,77
    kg
  • Suíno - Estadual
    PR
    R$ 6,60
    kg
  • Suíno - Estadual
    SC
    R$ 6,52
    kg
  • Suíno - Estadual
    RS
    R$ 6,67
    kg
  • Ovo Branco - Regional
    Grande São Paulo (SP)
    R$ 158,55
    cx
  • Ovo Branco - Regional
    Branco
    R$ 166,43
    cx
  • Ovo Vermelho - Regional
    Grande São Paulo (SP)
    R$ 174,45
    cx
  • Ovo Vermelho - Regional
    Vermelho
    R$ 183,29
    cx
  • Ovo Branco - Regional
    Bastos (SP)
    R$ 149,18
    cx
  • Ovo Vermelho - Regional
    Bastos (SP)
    R$ 167,73
    cx
  • Frango - Indicador
    SP
    R$ 7,26
    kg
  • Frango - Indicador
    SP
    R$ 7,31
    kg
  • Trigo Atacado - Regional
    PR
    R$ 1.173,45
    t
  • Trigo Atacado - Regional
    RS
    R$ 1.086,74
    t
  • Ovo Vermelho - Regional
    Vermelho
    R$ 175,87
    cx
  • Ovo Branco - Regional
    Santa Maria do Jetibá (ES)
    R$ 157,65
    cx
  • Ovo Branco - Regional
    Recife (PE)
    R$ 158,10
    cx
  • Ovo Vermelho - Regional
    Recife (PE)
    R$ 168,54
    cx

Relacionados

SUINOCULTURA 328
Anuário AI – Edição 1342
Anuário SI – Edição 327
SI – Edição 326
AI – 1341