Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 72,10 / kg
Soja - Indicador PRR$ 122,28 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 129,36 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 10,17 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 6,96 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 6,76 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 6,68 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 6,66 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 6,80 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 182,51 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 200,46 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 207,25 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 223,39 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 173,72 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 201,21 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,03 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,04 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.223,46 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.091,17 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 224,93 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 196,13 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 187,56 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE)R$ 197,23 / cx
Evento

Postura comercial é tema de palestras

Associação Paranaense de Avicultura e a Uniquímica realizam “Ciclo de Palestras Apavi de Postura Comercial”.

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A Uniquímica e a Associação Paranaense de Avicultura (Apavi) realizaram ontem (28/10), em Maringá-PR o ‘Ciclo de Palestras Apavi de Postura Comercial’.

O evento contou com a participação de Hernani Melanada e Diogo Alfaro, da Secretaria da Agricultura e do Abastecimento do Paraná, que realizaram a palestra “Exigências Sanitárias na Postura Comercial”. Álvaro Matsuda, da Always System, apresentou a palestra “Gestão Empresarial em Postura Comercial” e Dilvo Grolli, Presidente da Coopavel apresentou a palestra “Perspectivas do Mercado de Grãos”.

O evento também contou a participação especial de Masaya Kato, da Calpis, empresa do Japão, parceira internacional da Uniquímica, que realizou a palestra “Alternativas na Produção e Comercialização de Ovos”.
Segundo o presidente da Apavi, Victor Bertol, a parceria com a Uniquímica para a promoção do evento, pelo segun do ano consecutivo, tem levado muitas informações, essenciais para o desenvolvimento do setor. “Estes encontros são fundamentais e contar com a participação da Uniquímica é uma grata satisfação para a Associação”, destacou.

De acordo com Reinaldo Kato, Gerente Comercial da Uniquímica, o principal enfoque do encontro é promover debates e análises sobre as principais tendência do setor. “Para a Uniquímica, estar ao lado dos produtores em momentos como este é de extrema importância, até mesmo pela filosofia da empresa, que é a de promover constantemente o conhecimento e o aprimoramento técnico do setor no qual atuamos”, destacou.

Durante a palestra de Hernani Melanada e Diogo Alfaro, sobre as atuais exigências legais que envolvem as questões sanitárias do mercado de postura, foram abordadas as vantagens em se trabalhar de forma legal. “Isto garante a segurança alimentar dos produtos e, além disso, estas estruturas fazem parte de um cronograma internacional”, destacou. “São as regras do jogo e os produtores precisam saber jogar”, disse.

Já Álvaro Matsuda abordou a importância de um controle numérico das granjas e apresentou a importância de um rígido controle dos dados. “O produtor precisa de recursos para facilitar sua tomada de decisões. O objetivo é melhorar a qualidade dos produtos e serviços na granja”, destacou.

Segundo ele, os produtores precisam evoluir para se tornar mais competitivos. “É preciso otimizar o uso das infor mações, o que representa ganho de tempo e mais confiança nos dados apresentados. Com os sistemas atuais é possível apontar onde estão as falhas e onde o produtor está perdendo seu lucro”, disse.

E em sua palestra de Dilvo Grolli, traçou um panorama atual do agronegócio brasileiro, além de relatar algumas projeções. “Um país que tenha 36% de suas exportações derivadas do agronegócio, sendo este setor responsável por 37% dos empregos totais do país, precisa olhar com mais atenção às necessidades deste setor”, disse.

Grolli afirmou que o Agronegócio pode passar por ‘turbulências’ nos próximos meses, porém, a partir de março, o setor deverá se ‘ajustar’. “Não há fatores externos que possam influenciar o mercado atual, que está equilibrado. Porém, não esperem por um ‘mar de tranquilidade’. O Agronegócio ainda busca seu melhor caminho, principalmente quanto aos preços de milho e soja, balizados pelo mercado internacional, em dólar”, disse.

E, fechando o evento, Masaya Kato, abordou a realidade do mercado de ovos do Japão, e traçou um paralelo entre este mercado e o brasileiro. “No Japão, a população consome 330 ovos por habitante a cada ano e no Brasil este índice é de 138. O Brasil possui um potencial de crescimento muito grande, principalmente quando analisamos as possibilidades com ovos enriquecidos”, destacou. “Lá, os ovos enriquecidos já fazem parte da dieta de nosso povo. O ovo é encarado como um alimento altamente saudável e nutritivo, como de fato é”, disse.

A Calpis e a Uniquímica disponibilizam ao mercado uma completa linha de probióticos, como o Calsporin e o Finelact, e Masaya Kato concluiu sua apresentação com um descritivo sobre sua utilização na produção animal. “O uso de probióticos já é uma realidade bastante presente nos principais mercados. Inclusive, a Calpis é responsável pelo fornecimento de probióticos para as principais corporações exportadoras de proteína animal, que tem a preocupação com as exportações”, destacou.

Na opinião de quem participou do evento, a troca de informações foi bastante proveitosa. “As palestras foram de um bom nível técnico e os assuntos de grande importância para nosso segmento, e foram abordadas nossas principais necessidades”, destacou Ricardo Carrato, da Ovos Rondon, de Guaraci.

E, de acordo com Cláudio Casagrande, da Granja Casagrande, de Curitiba, foram transmitidas as principais tendências para a avicultura de postura. “Gostaria que eventos como esse, que nos mostram o rumo da avicultura de postura paranaense, acontecessem com mais frequência”, disse. “Foi muito positivo”, destacou.

* Com informações da Uniquímica

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