Nova Zelândia tem o melhor controle das contaminações causadas por campylobacter, em carne de frango, do planeta. Casos caíram 50%.
Campylobacter pela metade
A Nova Zelândia lidera o controle de campylobacter no mundo. A informação foi divulgada pela Autoridade de Segurança Alimentar (NZFSA, sigla em inglês) do país. Os casos de intoxicação alimentar causados pela bactéria foram reduzidos pela metade, apurou o The Poultry Site.
“A Nova Zelândia reduziu drasticamente os efeitos das bactérias perigosas encontradas na carne de frango, melhorando a qualidade dos produtos para o consumo humano”, afirmou a NZFSA. “Nosso país lidera o controle da Campylobacter no mundo. Nossos casos caíram 50%”.
De acordo com as informações do The Poultry Site, a entidade neo-zelandesa está assumindo a liderança do Comitê Internacional do Codex sobre Higiene Alimentar (CCFH, em inglês) para desenvolver normas de combate à campylobacter em frangos de corte. As diretrizes do Codex são frequentemente utilizadas por organismos internacionais, como a Organização Mundial do Comércio (OMC), para resolver disputas comerciais que envolvem a segurança alimentar.
Leia também no Agrimídia:
- •OMSA confirma Influenza Aviária em aves silvestres no Uruguai e reforça alerta sanitário na região
- •AVEC pede suspensão preventiva das importações de aves da China pela União Europeia
- •Vendas de carne nos EUA atingem recorde histórico de US$ 112 bilhões impulsionadas pelas gerações Millennials e Z
- •Rota da Avicultura Caipira fortalece cadeia produtiva e geração de renda no meio rural
No último ano, de acordo com o NZFSA, a Nova Zelândia teve a maior taxa de infecção por Campylobacter do mundo. A intoxicação pode ser causada pela ingestão de carne de frango crua ou mal cozida.
As diretrizes do Codex devem ser concluídas no próximo ano, após uma reunião da CCFH, em novembro, informou o site internacional.
Salmonela- Enquanto a Nova Zelândia dirige o trabalho do Codex sobre campylobacter, a Suécia estuda orientações paralelas relacionadas à salmonelas. Quando o padrão internacional estiver concluído, os países pertencentes ao Codex serão capaz de usar as orientações e exemplos para controlar os efeitos de ambas as bactérias em suas próprias indústrias avícolas.





















