Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 70,19 / kg
Soja - Indicador PR R$ 153,81 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 161,73 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,27 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,83 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,04 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,43 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,52 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,52 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 141,85 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 143,59 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,01 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 158,78 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,15 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 146,79 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,74 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,74 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.473,16 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.358,79 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 166,55 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 137,33 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 151,17 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 161,05 / cx
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Justiça paralisa construção do Porto do Mercosul

Empresários paranaenses querem tratar da desapropriação de terras do Estado declaradas de utilidade pública pela justiça do PR.

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Redação (03/09/2008)- A Justiça Federal de Brasília concedeu liminar a um empresário de Brasília, provocando a paralisação do planejamento para a construção do Porto do Mercosul, na Ponta do Poço, em Pontal do Paraná. “Estamos buscando trazer a questão para a Justiça do Paraná. É aqui que temos de discutir a desapropriação de terras do Estado declaradas de utilidade pública pelo governo do Paraná”, informou ontem o procurador-geral do Estado, Carlos Frederico Marés.

Para implementar o Porto do Mercosul, o governador Roberto Requião decretou em maio a utilidade publica de 2,25 milhões de metros quadrados de terras na Ponta do Poço. Proprietário de parte da área, o empresário João Carlos Ribeiro recorreu à Justiça em Brasília pedindo a revogação do decreto de utilidade pública. “Declarar uma área como de interesse público é prerrogativa da administração pública, e não está submetida (a questionamento judicial) a não ser que haja forte desvio de finalidade”, rebateu o procurador-geral.

João Carlos Ribeiro alega ter contrato de adesão com o governo federal para construir um porto privado na Ponta do Poço. Mas tal contrato – informa a assessoria de imprensa do Palácio Iguaçu -, firmado em 1995 com a Porto Pontal, empresa que Ribeiro comprou em 2006, caducou, porque a União não recebeu qualquer projeto para o futuro terminal.

Além disso, o documento concedia licença para um porto de 130 mil metros quadrados – o porto privado cujo projeto Ribeiro diz ter pronto teria área de 1 milhão de metros quadrados. Ou seja – ainda que não houvesse caducado, o documento não autoriza a execução do projeto atual.

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