Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 64,27 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 146,69 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 152,41 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 10,48 / kg
Suíno - Estadual SP ↓ R$ 6,93 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,96 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 6,02 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,99 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,92 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 129,09 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 131,45 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 141,08 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 143,17 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 121,08 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 132,98 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,27 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,29 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.560,32 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.473,40 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 152,33 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 128,04 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 138,21 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 150,17 / cx
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Grãos batem limite de alta com fundos

Mesmo com a elevação de ontem, os preços da soja acumulam queda de 5,7% desde o começo de agosto. O milho e o trigo seguiram o mesmo percurso.

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Redação (14/08/2008)- Depois de venderem fortemente suas posições no mercado de commodities agrícolas, sobretudo nos grãos, os fundos voltaram a recomprar contratos e fizeram soja, milho e trigo fecharem em limite de alta na Bolsa de Chicago (CBOT). O movimento, disparado pelo efeito do relatório do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (Usda), fez as cotações da soja fecharem em alta de 5,7% como contrato setembro encerrando em US$ 12,7750, elevação de 70 pontos (70 centavos de dólar).

"Os fundos estavam em condições técnicas muito vendidas e entraram nesta semana comprando outra vez", explica Gonzalo Terracini, consultor de gerenciamento de risco da FCStone. Mesmo com a elevação de ontem, os preços da soja acumulam queda de 5,7% desde o começo de agosto.

O milho e o trigo seguiram o mesmo percurso. Os papéis com vencimento em dezembro do cereal encerraram o pregão de ontem em US$ 8,7525 o bushel, alta de 7,3% sobre o dia anterior.

"Mais uma vez não há nenhuma notícia no cenário fundamental que justifique esse movimento do trigo, sobretudo porque a cultura está em plena colheita com previsão de safra recorde", avalia Élcio Bento, analista da Safras & Mercado. "Além de ter seguido os preços da soja e do milho, o trigo foi influenciado pela alta do petróleo", complementa.

Os contratos de milho com vencimento em setembro encerraram o dia US$ 5,39 o bushel, 5,8% de alta em relação ao dia anterior. Ainda assim, no mês, o milho acumula queda de 4,6%. "Vejo uma incoerência na recuperação do milho em relação a da soja", afirma Terracini.

Isso porque o relatório do Usda prevê uma produtividade do milho de 9,8 toneladas por hectare nas lavouras americanas, 4,4% mais que o estimado no relatório de julho. Com isso, os Estados Unidos devem colher 312,12 milhões de toneladas, alta de 4,9%. Já a safra de soja prevista no relatório do Usda foi revista para baixo. A previsão é de 80,9 milhões de toneladas, 0,1% inferior à projetada no mês passado.

Açúcar

As cotações do açúcar também elevaram-se ontem na CME Futures (antiga Bolsa de Nova York). O contrato março fechou em 15,20 centavos de dólar por libra-peso, alta de 2,4%. O desempenho dos preços açúcar no mês está praticamente estável em -0,39%. Em 1 de agosto, os papéis de março fecharam em 15,26 centavos de dólar por libra-peso.

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