“Para avançar no mercado internacional de proteína animal, Brasil precisa divulgar e comprovar a qualidade de seus produtos”, afirmou o Secretário da Agricultura de SC, Antonio Ceron.
Novos desafios
Redação SI (17/10/2007) – O Brasil vai precisar de tempo e de muito trabalho para garantir no mercado internacional de proteína animal o espaço que merece e que faz jus à qualidade de seus produtos. Embora as ações do governo brasileiro tenham avançado para garantir o aperfeiçoamento do sistema de vigilância sanitária, novas exigências e desafios estão surgindo e podem se transformar em barreiras para o comércio dos produtos brasileiros no exterior.
A opinião acima é do Secretário da Agricultura de Santa Catarina, Antonio Ceron. Ele esteve presente na noite de ontem (16-10) na abertura oficial do 13º Congresso da Abraves, que esta sendo realizado em Florianópolis (SC).
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"O Brasil enfrenta no mercado internacional uma série de obstáculos que impende o avanço de nossas exportações de proteína animal", afirma Ceron. "O Ministério da Agricultura vem implementando ações consistentes de reforço do sistema de defesa sanitária. Mas isso é pouco. Novos desafios, como a garantia do bem-estar animal, da sustentabilidade ambiental, estão surgindo no mercado internacional e podem comprometer a participação brasileira".
Segundo Ceron, o Brasil é um dos países mais competitivos na produção de proteína animal, mas ainda precisa mostrar (e provar) para os paises importadores a qualidade de seus produtos. "Não basta produzir bem, temos que demonstrar lá fora a qualidade de nossos produtos", opina.
O Secretário de Agricultura de Santa Catarina ressaltou ainda a importância da suinocultura para o Estado. Segundo ele, Santa Catarina conta hoje com 12 mil criadores industriais de suínos e com cerca de 200 pequenas propriedades que desenvolvem a atividade. "A suinocultura tem uma importância social e econômica muito grande para Santa Catarina", ressalta.
Para ele, a suinocultura catarinense reúne todas as condições para desempenhar papel de destaque no mercado internacional. "Somos o único Estado brasileiro certificados pela OIE como livre de aftosa sem vacinação e temos todas as condições para atender aos mais exigentes mercados importadores".





















