Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 70,19 / kg
Soja - Indicador PR R$ 153,81 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 161,73 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,27 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,83 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,04 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,43 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,52 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,52 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 141,85 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 143,59 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,01 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 158,78 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,15 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 146,79 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,74 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,74 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.473,16 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.358,79 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 166,55 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 137,33 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 151,17 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 161,05 / cx
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Suínos: SP propõe código ambiental

Os produtores perceberam que precisam investir em certificação de qualidade e origem para aproveitar o bom momento do setor agrícola.

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Redação (08/11/2007)- O secretário do Meio Ambiente do Estado de São Paulo, Francisco Graziano, disse ontem (07/11) que o governo pretende propor um código de ajuste ambiental para os cafeicultores e suinocultores paulistas, semelhante ao sistema adotado pelos produtores de cana-de-açúcar neste ano. "Foi fundamental a atuação das duas secretarias – Meio Ambiente e Agricultura e Abastecimento – para que o protocolo ambiental fosse firmado com os produtores de cana", afirma. Cerca de 100 produtores já aderiram ao protocolo ambiental e colocaram em prática um planejamento para reduzir as queimadas em canaviais, antecipado de 2021 para 2014, recuperar reservas ambientais, resolver os problemas de resíduos e do uso da água, de acordo com o secretário.

No caso dos cafeicultores, a Organização das Cooperativas Paulistas (Ocesp) deverá assumir a interlocução com o setor cafeeiro, para que adote o planejamento ambiental. Graziano afirma que a motivação dos cafeicultores também é econômica, como no caso do álcool. "Os europeus não iriam comprar o etanol sujo"", afirma. O secretário disse ainda que já iniciou as conversas com suinocultores. "Já criei porcos. Tive umas 32 matrizes e sei dos impactos ambientais causados", disse. Ele lembrou que Santa Catarina discute o problema há cerca de 10 anos e que chegou o momento de São Paulo tratar desta questão.

Para Graziano, os produtores perceberam que precisam investir em certificação de qualidade e origem para aproveitar o bom momento do setor agrícola. O secretário participou do ciclo de palestras em comemoração aos 65 anos do Instituto de Economia Agrícola (IEA), da Secretaria de Agricultura e Abastecimento.

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