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Artigo especial

As vacinas vetoriais e a produção de ovos no Brasil. Por Jeovane Pereira, médico veterinário.

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Redação AI (02/10/07) – Após a chegada das vacinas avícolas com tecnologia vetorial ao Brasil, há pouco mais de um ano, veterinários e técnicos de campo de todas as partes do País começam a perceber os benefícios de uma nova tecnologia na indústria de avicultura. Os ganhos são claros especialmente no segmento de postura comercial, no qual as vacinas vetoriais permitiram tornar a imunização contra importantes doenças, como Marek e Gumboro, mais eficiente, menos onerosa e menos estressante, permitindo melhor proteção das aves na recria e maior produção de ovos.

A primeira tecnologia de imunização vetorial para avicultura foi apresentada de forma inédita pela subsidiária francesa da Merial Saúde Animal, em 2005. Consiste, em sua essência, na utilização de um vírus de Marek modificado para conferir a imunidade contra um segundo vírus, o de Gumboro. A única vacina com esta capacidade é, até hoje, Vaxxitek HVT + IBD. Esta vacina proporciona avanços importantes, especialmente porque, de forma inédita, é capaz de imunizar os plantéis contra as doenças de Marek e Gumboro simultaneamente e com dose única administrada no incubatório.

Há mais de 30 anos, existem tecnologias eficientes de imunização contra a doença de Marek. No entanto, a vacinação contra a doença de Gumboro, até o advento da tecnologia vetorial, era feita a campo, sob a responsabilidade da equipe de vacinação, procedimento mais caro e sujeito a inúmeras falhas vacinais que colocam em risco a imunização dos planteis. Havia ainda um segundo problema. Embora as diferentes vacinas produzidas até hoje contra Gumboro fossem extremamente eficientes, a sua aplicação tinha de ser adequada ao grau de desafio da granja, à cepa viral presente nela e aos níveis de anticorpos maternos das aves, sob o risco (mais uma vez) de não serem eficaz na imunização das aves.

A escolha pela vacina “ideal” incorria no seguinte dilema: escolher uma vacina mais eficiente na presença dos anticorpos maternos, porém com menor segurança, ou um produto mais seguro ao sistema imune da ave, porem de pouca eficácia em sobrepor os anticorpos maternos e induzir imunidade ativa? A tecnologia vetorial resolveu este dilema. A utilização de uma cepa vacinal do vírus de Marek (HVT) capaz de codificar a proteína VP2 de Gumboro, permite através de uma única dose no incubatório, estabelecer a imunidade necessária contra Gumboro dispensando a vacinação a campo (até seis, no caso das poedeiras). Outra vantagem: como dispensa vacinações adicionais, causa menos estresse – novamente, favorecendo um melhor desenvolvimento das aves.

Em que tudo isso beneficia a avicultura de postura? Uma vacina de Gumboro mais eficiente é importante para as poedeiras comercias, aves que são conhecidas pela sua  alta susceptibilidade a doenças de Marek e Gumboro. Além disso, esta nova tecnologia proporciona uma maior integridade do sistema imunológico (evidenciadas pela ausência  de lesões na Bolsa de Fabricius, Timo e Baço), favorece um melhor ganho de peso e melhora a uniformidade  dos lotes.

Aliás, pudemos comprovar até agora em várias granjas pelo Brasil que poedeiras imunizadas com Vaxxitek apresentam, em muitos casos, produtividade superior ao pré-determinado por suas linhagens genéticas. Este, sem dúvida, é um marco de relevância para a avicultura de postura.

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