No acumulado do ano, as exportações atingiram 1.851.931 toneladas, volume 35% maior do que o verificado no mesmo período do ano passado, quando foram exportadas 1.372.269 toneladas.
Milho é o carro-chefe das exportações de Paranaguá
Redação (22/06/07) – O aumento é similar ao verificado em todo o segmento de granéis sólidos, onde o milho é um dos carros-chefes da exportação junto com outros produtos à granel como a soja, o farelo e o açúcar. No acumulado do ano foram embarcados 11,2 milhões de toneladas de mercadorias deste segmento, contra 8,1 milhões de toneladas no mesmo período do ano passado, um crescimento de 35%.
O comércio mundial de milho em 2007 e 2008 deverá girar ao redor de 83 milhões de toneladas. Analistas apontam que a produção brasileira vem sendo estimada em 50 milhões de toneladas. A expectativa da Secretaria da Agricultura
é que a safra paranaense alcance cerca de 8 milhões de toneladas.
Os principais destinos do milho exportado pelo Porto de Paranaguá são China e Irã. É para lá que cinco dos seis navios que estão ao largo, aguardando para atracar, seguirão após embarcar juntos cerca de 250 mil toneladas. O aumento nas exportações pode ser verificada diretamente no cais, onde diariamente navios graneleiros embarcam uma média de 55 mil toneladas do grão.
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No Pátio de Triagem, onde são feitas as verificações documental e física da carga, o milho vem sendo destaque neste mês. Entre 1 e 21 de junho, mais de cinco mil carretas transportaram o produto para exportação. Expectativa Alguns dos terminais que atuam no Porto de Paranaguá afirmam que, apesar do forte crescimento neste início do ano, será a partir de julho que os embarques de milho serão mais intensos.
Para o encarregado de exportações da Centro Sul Serviços Marítimos e Armazéns Gerais, Edson Luiz Salomão, a expectativa é que o segundo semestre alcance índices mais positivos que o início do ano. Em 2006, a empresa exportou cerca de 1,2 milhão de toneladas de milho. A tendência é aumentarmos a movimentação a partir deste mês. Pela programação receberemos maior número de navios que atenderão a uma demanda maior de consumo, declarou.
Na Cotriguaçu, a expectativa também concentra-se no segundo semestre. Acompanhamos o mercado e a colheita acontecerá a partir de agora. Esperamos, no mínimo repetir os bons volumes do ano passado e, a partir de julho, iniciarmos com intensidade os embarques, comentou o supervisor da área de exportação e logística da cooperativa, Rodrigo Coelho. Em 2006, a Cotriguaçu exportou cerca de 670 mil toneladas do produto. As informações são da assessoria de imprensa da Appa.























