Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 70,56 / kg
Soja - Indicador PRR$ 123,32 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 131,18 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 10,00 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 6,95 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 6,76 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 6,71 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 6,63 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 6,77 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 178,01 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 188,24 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 200,90 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 210,75 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 168,76 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 194,93 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,06 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,10 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.207,77 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.085,06 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 201,03 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 178,26 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 164,10 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE)R$ 172,94 / cx

Associados da Asemg são beneficiados com o crédito de carbono

O Governo de Minas Gerais inaugurou no último dia 12/06 o Centro Mineiro de Referência em Resíduos.

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Redação SI (14/06/07) – O Governo de Minas inaugurou no dia 12 de junho o Centro Mineiro de Referência em Resíduos, que funcionará como um núcleo de ações voltadas à preservação ambiental e ao incentivo do consumo consciente.  Na oportunidade estiveram presentes o presidente da Associação dos Suinocultores de Minas Gerais, João Bosco Martins de Abreu, o diretor financeiro José Maria de Almeida Assunção e os produtores associados Flavio José de Abreu David e Hélio José Martins que receberam da empresa AgCert do Brasil, os primeiros cheques em função dos Créditos de Carbono gerados.

De acordo com Paulo Furtado, coordenador regional da AgCert, este ano a empresa está fazendo a primeira distribuição de receitas da venda de Créditos de Carbono gerados a partir de parte de seus projetos MDL (Mecanismo de Desenvolvimento Limpo), em operação durante alguns meses de 2005 e 2006. Os produtores rurais participantes do projeto, que tiveram suas granjas auditadas em 2006, receberão, dentro do percentual estabelecido nos contratos, um montante que totaliza aproximadamente R$362.000,00”, disse Furtado.

Para o produtor Hélio José Martins, um dos primeiros em Patos de Minas a instalar o biodigestor, o projeto superou suas expectativas. “Solucionei todos os problemas com o meio ambiente, pois não tínhamos como consumir os dejetos de suínos que são muito volumosos. O biodigestor é a solução para a suinocultura, acredito que todo produtor deve instalar o projeto em sua propriedade, nem que seja por recursos próprios. Hoje é gratificante além de contribuir para o meio ambiente, receber o Crédito de Carbono”, comemorou o produtor.

O USO DE BIODIGESTORES

O Brasil é hoje o 4.º colocado no ranking dos principais países produtores de suínos, superado apenas pelos Estados Unidos, União Européia e China. Toda esta produção gera uma grande preocupação devido ao grande aglomerado de suínos em algumas regiões, causando transtornos quanto ao odor, presença de moscas e contaminação dos corpos d’água e do lençol freático devido a lançamentos de efluentes sem o devido tratamento.

Desde novembro de 2003 vem sendo divulgado o uso de biodigestores para o seqüestro do gás carbono, geração do gás metano e o tratamento dos efluentes, tecnologia esta denominada de MDL (Mecanismo de Desenvolvimento Limpo) a qual conta com o aval da ONU.

As lagoas de tratamento de efluentes são construídas a céu aberto, deixando escapar o gás carbono, o qual prejudica a camada de ozônio, afetando o mundo inteiro. De acordo com o tratado de Kyoto, o qual entrou em vigor em 16 de fevereiro de 2005, após a assinatura do governo da Rússia, os países desenvolvidos deverão reduzir a emissão de gases que afetam a camada de ozônio em 5,2%, tendo como base a geração do ano de 1990. Esta redução representa em muitos casos deixar de produzir, onerando as indústrias, razão pela qual estes países estão investindo nos países em desenvolvimento com a finalidade destes últimos reduzirem a emissão dos referidos gases. Desta forma haveria uma compensação visando a proteção da camada de ozônio.

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