O diretor de relações institucionais da Sadia, Felipe Luz, disse ontem que um acordo de cooperação técnica entre Brasil e Itália deve ser o apoio para que após a conquista do certificado de área livre de febre aftosa sem vacinação, Santa Catarina faça mudanças para que a carne suína do Estado possa acessar os mercados europeu e japonês.
Esforço para vender carne suína à UE
Redação SI (25/05/07) – Luz, que passou a semana em Paris, afirmou que vai trabalha para que seja assinado um acordo com o Instituto G. Caporalle, da Itália. Segundo ele, o instituto é referência para a Organização Internacional de Saúde Animal (OIE), que concedeu a certificação ao Estado, e poderá dar consultoria em novas mudanças. Ele acredita que um acordo comercial com os europeus levará tempo e exigirá investimentos em modernização dos frigoríficos, com plantas exclusivas para cortes. Hoje, segundo ele, quase não há unidades dentro do padrão dos europeus no Estado.
Ele disse que a idéia é buscar o apoio dos países que teriam interesse na carne suína brasileira, como Itália, Espanha e Portugal, para que convençam os contrários às negociações, como Dinamarca, Holanda e França, que podem perder mercado para o Brasil. Ontem (dia 24), o governo catarinense recebeu oficialmente o certificado de livre de aftosa sem vacinação dado pela OIE.
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