Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 70,93 / kg
Soja - Indicador PR R$ 152,10 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,87 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,20 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,83 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,01 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,42 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,48 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,53 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 141,73 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 141,81 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,61 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 154,39 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,09 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 147,74 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,61 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,61 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.457,55 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.355,06 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 168,21 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 134,16 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 152,11 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 162,73 / cx
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Técnica diz que plantar milho transgênico é ato ecológico

O conselho é uma organização não-governamental de defesa dos transgênicos.

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Redação (16/02/07) – A diretora-executiva do CIB – Conselho de Informações sobre Biotecnologia, Alda Lerayer, disse nesta quinta-feira (15) que plantar milho geneticamente modificado (transgênico) é um ato ecológico, pois requer menor uso de agrotóxicos.

Ao plantar milho transgênico há a redução de milhares de quilos de inseticidas nas plantações e isso é muito importante para o meio ambiente. Não há a necessidade de aplicação desses produtos no combate a lagartas, pois o milho já é resistente, por isso apresenta uma qualidade superior, diz Alda Larayer.

A executiva afirmou que tem expectativa de o uso do milho transgênico seja liberado na reunião da CTNBio – Comissão Nacional Técnica de Biossegurança.

Ela lembrou que, antes de produtores, os agricultores são consumidores, portanto não iriam plantar algo que faz mal à saúde deles e da família. Todos eles querem plantar, pois o custo de produção é menor, a qualidade é superior e diminui muito o risco de intoxicação (de quem lida diretamente com a plantação)”.

Ela esclareceu que qualquer produto transgênico antes de ser liberado para a comercialização passa por inúmeros testes,  que avaliam aspectos de biossegurança (segurança das atividades que envolvem organismos vivos) e só são comercializados produtos considerados seguros para a saúde animal, humana e o meio ambiente.

Esses argumentos não são aceitos pela organização ambientalista Greenpeace. Para Gabriela Vuolo, coordenadora da Campanha de Engenharia Genética da organização, o pólen do milho é muito leve,  portanto, a partir da ação do vento pode haver a mistura entre variedades de milho convencionais pelo transgênico.

Na visão da diretora-executiva do CIB, existe aí uma grande falta de informação. Segundo ela, os ambientalistas “disseminam inverdades, informações aleatórias, sem nenhum embasamento cientifico”, pois já está mais que comprovado que a coexistência do milho tansgênco com o convencional é possível.

“Os produtores de milho da França comprovaram que com dez metros de distância (entre uma plantação de milho transgênico e uma convencional) é o necessário para que se mantenha e se preserve a integridade das produções. Eles (o Greenpeace) passam mensagens baseadas na falta de informações das pessoas e isso causa medo, pois todos temem o desconhecido.

Desde o dia 12, a organização não-governamental Greenpeace realiza atos de protesto em várias capitais do país contra a liberalização do plantio e consumo de diversas patentes de milho transgênico no Brasil. (Marcos Agostinho/ Radiobrás)

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