Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,25 / kg
Soja - Indicador PR R$ 154,95 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 162,02 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,85 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,02 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,13 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,58 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,69 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,65 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 142,62 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 143,76 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 156,38 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 156,61 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 133,77 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 147,35 / cx
Frango - Indicador SP R$ 8,33 / kg
Frango - Indicador SP R$ 8,33 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.509,74 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.385,09 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 161,30 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 135,16 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 146,43 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 157,70 / cx
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Bayer nega que milho resistente a agrotóxico cause danos à saúde

Empresa defende-se de acusações do Greenpeace.

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Redação (23/11/06) – A empresa alemã Bayer CropScience negou que as sementes do milho transgênico LibertyLink, desenvolvidas para serem mais resistentes a agrotóxico, possam causar danos à saúde humana ou ao meio ambiente. A organização ambientalista Greenpeace realizou um ato nessa terça, em frente à empresa, pedindo que o milho transgênico não seja liberado. Como ele é feito para ser resistente a um herbicida fabricado pela Bayer, o temor do Greenpeace é que o excesso de agrotóxico contamine o ambiente ou os consumidores do produto.

Em nota divulgada à imprensa no final da tarde, a empresa alemã afirma que o herbicida, em 20 anos de uso, nunca registrou danos à saúde humana ou ao meio ambiente.

Todas as avaliações de risco mostraram que o produto é seguro aos trabalhadores que aplicam o herbicida, aos consumidores e ao ambiente diz a nota.

O agrotóxico da Bayer é feito à base de glufosinato de amônio. Segundo o Greenpeace, a Autoridade Européia para Segurança Alimentar fez testes apontando que alta dosagem de glufosinato tem efeitos negativos sobre a fertilidade feminina. Na União Européia, onde fica a sede da Bayer, o milho LibertyLink é proibido, segundo a organização.

O gerente de tecnologia da área de BioScience da empresa, André Abreu, considera que a diferença entre o milho tradicional e o milho modificado geneticamente só ocorre para o agricultor, não para o consumidor.

É um milho saudável e saboroso como qualquer outro milho que chega à mesa disse e completou:

O diferencial dele é que permite ao agricultor, ao invés de utilizar uma série de produtos químicos antigos para limpar o mato da lavoura, usar um produto moderno e que é biodegradável acrescenta.

Segundo ele, o milho transgênico tem importância ambiental porque não deixa resíduo no solo e social porque essa tecnologia simplifica o trabalho do agricultor.

 

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