Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 65,43 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 148,75 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 154,29 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 9,97 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,63 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,95 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,90 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,82 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,77 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 141,38 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 143,61 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 152,24 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 159,48 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 132,32 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 145,00 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,39 / kg
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,41 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.570,32 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.465,74 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 157,24 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 136,70 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 140,93 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 150,91 / cx
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Paraná pretende adotar vazio sanitário para combate à ferrugem da soja

O princípio para sua aplicação é que reduzindo o número de plantas hospedeiras durante o inverno, anula-se o efeito ponte-verde, que faz com que o fungo continue se multiplicando no inverno

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Redação (11/08/06)-  O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) realizou ontem (09), em Londrina, PR, uma reunião para discutir a formatação do Programa Nacional de Combate à Ferrugem e, em especial, a implantação do vazio sanitário no Paraná. Participaram do encontro, representantes da Embrapa Soja, Seab, Emater, Iapar e UEL.

O vazio sanitário é uma aposta dos pesquisadores para reduzir a pressão do fungo causador da ferrugem asiática em todo o território brasileiro. O princípio para sua aplicação é que reduzindo o número de plantas hospedeiras durante o inverno, anula-se o efeito ponte-verde, que faz com que o fungo continue se multiplicando no inverno e, assim, aparecendo cada vez mais cedo ou com maior intensidade nas lavouras de verão.

A proposta levantada pelas entidades é que o Paraná seja dividido em duas regiões produtoras: no Centro/Sul/Sudeste o vazio sanitário deverá ser de 30 de junho a 30 de setembro e nas regiões Norte/Oeste de 15 de junho a 15 de setembro. As unidades de alerta plantadas com o objetivo de identificar antecipadamente a presença do fungo – também deverão obedecer o período determinado para o vazio sanitário. Estamos no início das discussões, mas a legislação estadual deve começar a vigorar a partir de 2007, adianta Adriana Peres, agrônoma do departamento de fiscalização da Seab.

No Paraná, o cultivo da soja em pivôs durante a entressafra ainda não é uma prática comum, mas essas áreas apresentam a umidade necessária para o fungo continuar se multiplicando, por isso, será necessário proibir em todo o Brasil, destaca o pesquisador Ademir Henning, da Embrapa Soja. Os estados de Mato Grosso e Goiás, onde o problema é mais sério, já implantaram suas legislações estaduais.

A legislação paranaense também deverá prever a obrigatoriedade da destruição das plantas guaxas, aquelas que rebrotam após à colheita ou na beira das estradas. Uma das alternativas para a educação do agricultor proposta pelo grupo prevê que o Mapa apóie a retomada do Programa de Redução de Perdas na Colheita de Soja, onde o Paraná hoje é considerado um estado modelo. Esse programa orienta os produtores na regulagem das máquinas e na condução da operação da colheita. A reunião também foi importante para lançar a base do comitê estadual de combate à ferrugem, aponta José Roberto Viccino, fiscal federal ligado à Superintendência Federal do Mapa no Paraná.

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