Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 65,29 / kg
Soja - Indicador PRR$ 136,77 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 144,17 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 8,24 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 5,25 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 5,47 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 4,81 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 4,96 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 4,91 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 134,50 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 135,49 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 145,69 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 149,13 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 128,52 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 141,66 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,27 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,29 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.411,60 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.304,86 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 147,15 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 133,09 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 138,92 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE)R$ 148,89 / cx
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Santa Catarina adota medidas de apoio a suinocultura

A medida completa um pacote de benefícios ao setor que começou a ser executado pelo governo para tentar reduzir o impacto do embargo.

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Redação (07/06/06) – Houve redução do preço do quilo do suíno na pauta de exportação para outros Estados, de R$ 1,80 para R$ 0,96. Com isso, os impostos são calculados em cima de um valor menor e mais próximo da realidade atual. E também foi feita a diminuição do ICMS de 12% para 7% na venda para outros Estados.

Crise amenizada – “São medidas que embora não resolvam o problema dos produtores, ajudam a diminuí-lo”, explica Wolmir de Souza, presidente da Associação Catarinense dos Criadores de Suínos (ACCS).

As ações pretendem ajudar principalmente os produtores independentes, que são hoje os que mais sofrem com o represamento de animais no campo, por falta de demanda da indústria que está impedida de exportar à Rússia, o principal cliente da carne suína do Brasil. Nos cálculos da ACCS, são hoje 100 mil animais represados. A grande oferta fez os preços aos integrados caírem para R$ 1,50 o quilo vivo – há rumores de que baixarão para R$ 1,40. Estava em R$ 2,00 em outubro. No caso do independente, a cotação está em torno de R$ 1,00 por quilo vivo (já há negócios a R$ 0,95); estava em R$ 2,50 em outubro, quando a febre aftosa ressurgiu.

A desoneração, válida para carne in natura de suínos, vai funcionar da seguinte forma. O produtor não paga imposto na venda para a indústria, e a indústria não paga na venda para o supermercado. Já este último paga na venda para o consumidor, que arca com os 7% de ICMS, já que este estará inserido no preço.

Promoção – Com a medida, suinocultores o frigorífico Pamplona e a rede de supermercados Angeloni fecharam um acordo. Os produtores terão seus suínos abatidos no Pamplona, que os venderá para o Angeloni. Este fará uma oferta de preços, com descontos de até 60%, durante 30 dias, na venda para o consumidor.

A expectativa dos produtores é de que a maior rede varejista do Estado consiga comercializar 150 toneladas de carne suína em um mês, cerca de 100 toneladas a mais que o volume normal de comercialização. E no campo, espera-se que haja redução de 20% no volume de animais represados.

Há negociações com outras redes, mas ainda não estão concluídas. De acordo com o secretário de agricultura de Santa Catarina, Felipe Luz, a validade de 60 dias na desoneração é suficiente, já que esse período seria o prazo limite para que a produção e comercialização voltem ao normal. Isso se for concretizada a expectativa de que o embargo russo ao Estado seja levantado em no máximo daqui dois meses.

Há poucos dias, Luz voltou de uma visita à Rússia, onde travou conversações com autoridades locais sobre o embargo. A expectativa é grande também com a visita de uma missão técnica ao país na próxima semana.

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