Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 69,98 / kg
Soja - Indicador PRR$ 121,52 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 128,66 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 10,19 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 6,93 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 6,76 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 6,65 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 6,51 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 6,74 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 166,50 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 174,15 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 184,38 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 195,54 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 159,02 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 177,57 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,07 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,11 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.185,88 / t
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Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 185,49 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 166,62 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 150,92 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE)R$ 167,05 / cx

Postura de precaução

De olho nos focos de Febre Aftosa, Santa Catarina impõe regras para entrada e saída de produtos de origem animal no Estado.

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Redação SI (25/10/05) – Ocorreu na manhã de terça-feira (25/10) reunião do Conselho de Desenvolvimento Rural, Cederural, para apresentação de medidas tomadas pelo Governo do Estado para diminuir o risco de entrada de Febre Aftosa em Santa Catarina. Entre as medias, está a Instrução de Serviço n  007/2005 que impõe condições para entrada e passagem de produtos de Santa Catarina.

A Instrução proíbe temporariamente, o ingresso e a passagem em Santa Catarina de animais, produtos, subprodutos e matérias de multiplicação animal com origem e procedência dos Estados situados ao Norte catarinense, em especial os produtos oriundos das regiões do Paraná e Mato Grosso onde não há focos de Febre Aftosa confirmados e suspeitas em São Paulo.

Os produtos que podem entrar e passar em Santa Catarina, dos Estados de Minas Gerais, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso, Bahia, Tocantins, Sergipe e Distrito Federal, são carne e miúdos de aves in natura obtidas em estabelecimentos com Inspeção Federal, destinadas diretamente a estabelecimentos com SIF; Carne suína in natura desossada e miúdos comestíveis de suínos obtidos em estabelecimentos de abate inspecionado pelo SIF, destinada diretamente a estabelecimento de SIF onde será, obrigatoriamente, submetida a tratamento industrial suficientes para inativação do vírus da Febre Aftosa; Produtos e subprodutos cárneos industrializados de aves e suínos, que tenham sido submetidos a tratamentos físicos ou químicos capazes de inativar o vírus da Febre Aftosa; Leite pasteurizado e produtos lácteos obtidos a partir de leite pasteurizado; Pintos de um dia originários de estabelecimentos devidamente registrados no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.

Ovos férteis destinados a incubação e ovos comerciais para consumo, originários de estabelecimentos devidamente registrados no Ministério da Agricultura; Reprodutores suínos originários de Granjas de Reprodutores Suínos Certificados GRSC, mediante autorização prévia do MAPA e destinados a quarentenários aprovados, de acordo com a legislação vigente; hequídeos, além de couro em bruto, ração animal e ingredientes, sebo e sêmen e embriões devidamente registrados no MAPA.

Durante a reunião, o Secretário da Agricultura, Moacir Sopelsa, enfatizou a importância das medidas que estão sendo tomadas pelo Governo do Estado, junto aos técnicos da área e conclamou todos os catarinenses e todas as entidades públicas, representantes dos produtores e do comércio, para uma união conjunta contra a doença.

O presidente da Associação Catarinense de Craidores de Suínos, ACCS, Wolmir de Souza, propôs a criação de mecanismos flexíveis para a entrada e saída de animais e produtos suinocultura, assim como o setor leiteiro. Souza demonstra preocupação no setor suinícola, para os produtores que levam suínos vivos para São Paulo e que estão sendo barrados, devido a política de outros estados que impedem a entrada de produtos que passam pelo Paraná. “Estamos sugerindo que seja criado um corredor sanitário, para dar vazão a este produto que já está encalhando em SC, pelo menos para o abate e não para criatório, porque os nossos frigoríficos não têm condições de abater este excedente e enviar o animal abatido que está aberto”, destaca. Souza lembra que por mês, mais de oito mil suínos vivos são levados para outros estados, que se não forem comercializados no Estado, acabarão desestabilizando os preços em SC.

 

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