Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 64,27 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 146,69 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 152,41 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 10,48 / kg
Suíno - Estadual SP ↓ R$ 6,93 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,96 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 6,02 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,99 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,92 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 129,09 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 131,45 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 141,08 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 143,17 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 121,08 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 132,98 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,27 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,29 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.560,32 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.473,40 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 152,33 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 128,04 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 138,21 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 150,17 / cx
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Com Cotrel, Aurora cresce em aves

Ao fechar contrato de prestação de serviços com a Cooperativa Titrícola de Erechim (Cotrel), a Coopercentral Aurora dá novo impulso aos seus negócios, principalmente no segmento de carne de frango.

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Redação AI 04/10/2005 – Ao fechar contrato de prestação de serviços com a Cooperativa Titrícola de Erechim (Cotrel), a Coopercentral Aurora dá novo impulso aos seus negócios, principalmente no segmento de carne de frango. A cooperativa recebeu a marca Nobre, que foi cedida pela Cotrel na negociação, e agora tem o direito de produzir frangos e demais itens da marca Nobre (suínos e embutidos) tanto na Cotrel como nas fábricas da própria Aurora, localizadas em Santa Catarina.

Segundo o presidente da Aurora, José Zeferino Pedrozo, a cooperativa considerou a marca gaúcha tradicional, com boa aceitação, especialmente em São Paulo, e pretende dar mais força à marca. Mas ele não revela detalhes sobre qual será a estratégia. Para Pedrozo, há mercado suficiente tanto para a marca Aurora quanto para a marca Nobre e por isso não há problemas em produzir as duas linhas, ainda que sejam concorrentes.

A maior aposta da Aurora é no frango da marca Nobre, que também poderá ir para o exterior. A expectativa é de que a exportação de frango da Coopercentral Aurora passe de 25% da produção em 2004 para 30% este ano e 40% em 2006.

Pedrozo afirma que a Aurora viu na negociação com a Cotrel a oportunidade de ampliar a produção. “Em todos os mercados que o Brasil pode entrar, já estamos. Agora, vamos estar mais fortes”. A planta da Cotrel tem capacidade de abate de 3 milhões de frangos por mês. A Aurora abate 6,9 milhões de aves por mês.

O contrato de prestação de serviço com a Cotrel foi fechado na semana passada, conforme noticiou o Valor. Por meio da negociação, a Cotrel passou a produzir exclusivamente para a Aurora os cortes de suínos – a capacidade de abate atual é de 1.300 suínos/dia – e frangos. Além disso, o incubatório e a fábrica de ração estão a serviço da Aurora desde segunda-feira.

O acordo também envolveu o pagamento de cerca de R$ 20 milhões para Cotrel, relativos à compra de estoques de animais, recursos que ajudarão a cooperativa gaúcha a quitar dívidas que tem com os produtores de Erechim.

Pelo contrato, a Cotrel receberá um pagamento da Aurora, de acordo com a quantidade produzida. A Aurora evita falar em valores, mas estima-se que a Cotrel deva receber cerca de R$ 450 mil mensais, pelo prazo de oito anos, pelos serviços prestados.

Com a transação, a Cotrel passou a ser afiliada da Aurora com uma quota mínima, com todos os direitos e deveres das outras 16 cooperativas que compõem a central, inclusive com direito às sobras (lucro) de exercícios, correspondente à sua fatia de capital.

Zeferino observa que a Aurora não tem pretensão de ser uma cooperativa atuante em todo o Sul do Brasil. Diz que não há neste momento novas negociações em curso. Mas afirma que a Aurora “está ocupando espaço onde é possível”.

O acordo com a Cotrel vinha sendo negociado desde o fim de julho. No percurso, ocorreu oferta da Cocel, um grupo de cinco cooperativas de leite gaúchas, mas que não foi aceita pela Cotrel. “A Cotrel fechou com a gente porque achou a proposta melhor”, afirma Zeferino. Ele garante que não foi necessário aumentar o valor da oferta.

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