Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 70,19 / kg
Soja - Indicador PR R$ 153,81 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 161,73 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,27 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,83 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,04 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,43 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,52 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,52 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 141,85 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 143,59 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,01 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 158,78 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,15 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 146,79 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,74 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,74 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.473,16 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.358,79 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 166,55 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 137,33 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 151,17 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 161,05 / cx
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Greve de fiscais agropecuários ainda causa transtornos

Na fronteira de SC com a Argentina, cerca de 200 caminhões estão parados na aduana de Dionísio Cerqueira.

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Da Redação 18/03/2004 – 06h10 – A greve dos fiscais agropecuários federais causa transtornos na fronteira de Santa Catarina com a Argentina, onde cerca de 200 caminhões estão parados na aduana de Dionísio Cerqueira.

São seis funcionários do Ministério da Agricultura que não estão emitindo os certificados de sanidade. Com isso não entram e nem saem produtos de origem animal e vegetal.

Somente a Tropical Importação e Exportação está com 12 caminhões de frutas parados, devendo chegar a 30 até amanhã. O diretor da empresa Luciano Vendramini disse que não está conseguindo cumprir contratos de entrega na Argentina. As importadoras devem entrar com ação judicial para solicitar o desembaraço das cargas, como fizeram as agroindústrias. A Justiça concedeu anteontem mandado de segurança aos frigoríficos, que tinham contratos de exportação para cumprir.

De acordo com o coordenador do Serviço de Inspeção Federal no Oeste, Carlinhos Marcon, a maioria dos funcionários que trabalham nas agroindústrias voltou ao trabalho em função da determinação judicial. Só o serviço de certificação da sanidade é realizado em ritmo mais lento.

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