Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 64,34 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 148,34 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 153,40 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 10,38 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,93 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,96 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 6,00 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,96 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,92 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 135,42 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 136,83 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 148,71 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 152,18 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 127,53 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 139,67 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,49 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,50 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.563,34 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.475,23 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 153,99 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 130,28 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 140,00 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↑ R$ 150,47 / cx
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SC abate 80 mil suínos

Animais contaminados pela doença de Aujeszky foram abatidos e agora as granjas estão limpando e desinfectando as instalações para receber novos suínos.

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Redação SI 23/01/2003 – Em Santa Catarina, 80 mil porcos foram abatidos na luta contra o Mal de Aujeszky, doença fatal para os suínos. As granjas que passaram pelo vazio sanitário começam a receber novas matrizes. Na região de Lajeado dos Pintos, interior de Concórdia, o criador Orides Resmine começou o trabalho de limpeza e desinfecção das instalações.

“Acabamos com todos os suínos que havia dentro da granja. Não sobrou um. A previsão era para acabar até junho, mas com as notícias os criadores se apressaram um pouco para acabar com a doença e foi muito bom porque evitou que o mal se espalhasse mais”, diz Orides.

No total, em 180 granjas do Estado, os técnicos constataram que em mais de 10% dos animais estavam com Aujeszky e despovoaram os plantéis. Foram abatidos 80 mil animais. Na propriedade do criador Cláudio Rovani a rotina mudou. As visitas são restritas e quem entra tem que vestir roupa descartável e calçar as botas plásticas. A granja passou pelo vazio sanitário de 60 dias e já recebeu as primeiras 20 matrizes livres de Aujeszky.

Vigilância – Com o abate dos animais infestados em todo o Estado começou uma nova etapa do programa chamada de vigilância epidemiológica, uma espécie de quarentena. Os técnicos vão fazer um monitoramento permanente nas áreas de risco.

A pesquisadora Janice Zanela faz parte da coordenação do Programa de Erradicação. Ela explica que as granjas que foram repovoadas vão ser feitas as análises a cada dois meses e se algum novo foco surgir a propriedade vai ser interditada. Para a pesquisadora, é necessário ter cautela. O programa venceu a primeira etapa, mas para declarar o Estado livre de Aujeszky pode levar algum tempo. “Não sabemos ainda quanto tempo, um ou dois anos. Mas é um trabalho que requer dedicação”, diz Janice.

As indenizações aos criadores que tiveram os animais abatidos devem ultrapassar os R$ 6 milhões. A doença é fatal para o leitão, mas não é transmissível ao homem.

 

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