Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 64,30 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 146,18 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 152,13 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 10,38 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,93 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,96 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 6,01 / kg
Suíno - Estadual SC ↓ R$ 5,95 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,92 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 134,59 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 136,83 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 148,71 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 152,18 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 127,27 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 139,67 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,49 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,50 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.560,04 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.473,40 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 153,99 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 128,04 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 140,00 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↑ R$ 150,47 / cx
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O que é ética em jornalismo on line?

Infelizmente, encontramos hoje empresas que não valorizam o serviço desta profissão e pior: prezam pela quantidade de notícias que lançam em seus sites e não pela qualidade e construção de textos realmente apurados e jornalísticos.

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Da Redação 26/02/2003 – Cuidado com o que você lê por aí. Principalmente na internet. Alguns sites, que se dizem de imprensa, têm o horrível e antiético costume de “copiar” notícias da imprensa séria e reconhecidamente nacional e divulgá-las em suas respectivas home pages sem os devidos créditos (adicionando a expressão “adaptado de”, sendo que a nota foi copiada da fonte e publicada na íntegra). Isto se chama CLIPPING de notícias, cujo processo exige a citação verídica da fonte e a não alteração de seu conteúdo noticioso. Mas, infelizmente nem todo “jornalista” segue os códigos de ética ensinados e tão debatidos nas aulas do curso universitário de Comunicação Social – Jornalismo.

Poderia citar aqui inúmeros exemplos desta falta de ética que tenho visto diariamente na imprensa que cerca os nossos setores: a avicultura e a suinocultura. Um dos mais gritantes, apenas para dar um exemplo, foi a publicação de um artigo técnico escrito pelos veterinários da Universidade Federal de Viçosa (MG), Carlos J. L. Salgado e José Lúcio dos Santos, que encaminharam (a pedido da revista Suinocultura Industrial) um material sobre Avanços nas medidas de controle da meningite estreptocócica em suínos e que foi devidamente editado pela Redação da revista (com a criação de subtítulos e correções de português) e enviado novamente aos autores para aprovação. Assim que aprovado, o artigo foi publicado, com exclusividade, na edição Anuário 2003 da Suinocultura Industrial e posteriormente no site da revista.

Para grande surpresa de nossa equipe, o mesmo artigo (com o mesmo título, subtítulo e correções de português) foi publicado por outro site de suinocultura sem ao menos dar crédito aos veterinários autores do trabalho. E nem dar citação de que trata-se de material originalmente publicado na edição 166, No. 01”2003, página 58, do Anuário 2003 da Suinocultura Industrial. E pior: foi divulgado na chamada como “exclusivo”. Isto é revoltante para a classe jornalística que respeita o trabalho de seus colegas e de profissionais de outras áreas que colaboram com a divulgação científica, como é o caso da avicultura e da suinocultura.

A Gessulli Agribusiness conta com três jornalistas formados, com registro no Ministério do Trabalho e com anos de experiência em divulgação na imprensa dirigida, inclusive, sempre buscando o crescimento e o melhoramento profissional (como a pós-graduação em Gestão Sócioambiental que estou adaptando aos setores) para garantir aos leitores das revistas e sites Avicultura Industrial e Suinocultura Industrial textos bem elaborados e apurados. Conta também com o trabalho de uma pessoa treinada e exclusiva para fazer os CLIPPINGS diários das notícias em circulação nos grandes veículos de comunicação. Todo este material passa pelos olhos e mãos dos jornalistas que os avaliam e os publicam no site com os devidos créditos, sem apresentar a ingenuidade e o despreparo da expressão “adaptado de”. Ou é ou não é da fonte original.

Portanto, fique atento com o que você lê por aí. Quantidade de notícias não significa trabalho sério. É muito bonito ver um site recheado de notícias todos os dias, mas preste atenção: jornalismo ético e a correta prática de CLIPPING de notícias são completamente diferentes de trabalho amador e ganancioso.

 

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