Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 70,24 / kg
Soja - Indicador PRR$ 121,80 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 129,54 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 9,96 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 6,95 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 6,76 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 6,71 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 6,51 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 6,74 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 178,01 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 186,47 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 200,90 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 210,75 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 168,76 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 194,93 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,06 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,10 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.190,04 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.084,48 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 201,03 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 178,26 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 162,11 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE)R$ 172,94 / cx
Transporte

Programa de segurança da BRF ajudou a reduzir em 64% os acidentes com caminhões

Projeto inclui o uso da tecnologia para monitoramento, cuidados com a saúde dos motoristas e salas de descanso nas estradas

Programa de segurança da BRF ajudou a reduzir em 64% os acidentes com caminhões

Desde que implantou, em 2012, Programa de Saúde, Segurança e Meio Ambiente (SSMA) em Transporte, a BRF, uma das maiores companhias de alimentos do mundo, ajudou a reduzir em 64% a frequência de acidentes com a frota de mais de 9.500 caminhões que levam os produtos da empresa do campo à mesa do consumidor, em todo o Brasil. Para chegar ao resultado, a BRF investiu em programas mais rígidos de segurança e capacitação, como uso de tecnologia embarcada, por meio de telemetria e sensor de fadiga dentro das cabines, bem como sensor frontal de aproximação indicando risco de colisão. Estas tecnologias abrangem cerca de 11 mil motoristas e ajudantes. 

No Programa de SSMA Transportes, todos os parceiros da BRF são avaliados de acordo com indicadores e devem atender às normas corporativas de Saúde, Segurança e Meio Ambiente. “Para a BRF, a segurança é um dos compromissos fundamentais, e este programa é parte importante das nossas estratégias e ações para melhorar a qualidade de vida dos motoristas e colaborar com a redução de acidentes, em geral, nas estradas do País”, ressalta José Perottoni, diretor global de Logística da BRF.

Em 2019, a Companhia deu continuidade a seu processo de transformação digital, com adoção de tecnologias para o monitoramento de sua frota. Com a implementação de recursos tecnológicos, foi possível reduzir significativamente as chances de acidentes, beneficiando motoristas. O uso inteligente dos dados, atrelado à predição de segurança, atuação proativa, conscientização e capacitação, é uma das mais importantes características da transformação digital da Companhia e engloba, também, a logística em todas as frentes.

A tecnologia também foi incorporada à área de Commodities da BRF, com centenas de caminhões que transportam grãos e insumos para a Companhia. Segundo Gilson Ross, diretor de Operações e Compras de Commodities da BRF, tecnologias como o sistema de negociação eletrônica de fretes, de gestão da frota, além de telemetria e sensores de fadiga, estão auxiliando não só na redução de acidentes, principal foco da empresa, como também na diminuição de custos e perdas. “Hoje temos um controle e segurança do processo de abastecimento de insumos muito superior ao passado “, explica.

Um dos equipamentos que dá mais segurança na estrada é o sensor de fadiga, com sensores instalados dentro das cabines e que identificam, por exemplo, sinais de sono e fadiga do motorista (um bocejo, por exemplo). Nesse caso, um sinal sonoro é ativado. O sistema também identifica desvios de condução, como por exemplo o uso de celular com o veículo em movimento, registra as anomalias de forma on-line para serem imediatamente tratadas.

Para dar um apoio aos motoristas que apresentam sinais de cansaço, a Companhia instalou, em rodovias do Paraná e de Santa Catarina, as Salas de Alerta do Sono. Os motoristas têm à disposição na BR-470, no município catarinense de Lontras (SC), sentido Litoral, e na BR-116, em Antonina (PR), sentido São Paulo, café, água, material de orientação sobre segurança e saúde na direção, além de equipamentos para exercícios físicos, como bicicleta ergométrica e até luminoterapia – técnica de iluminação que ajuda os motoristas a ficarem mais dispostos e alertas para a viagem. Essas estruturas contribuem para aumentar a segurança dos condutores e reduzir os acidentes nas estradas.

A empresa também solicita, uma vez por ano, a execução de exame toxicológico e mensalmente a aplicação do checklist de manutenção do veículo. O goianiense Jakson Pereira de Souza, 43 anos, é motorista há 20 anos, levando produtos da BRF pela transportadora Manlog. Jakson aprova o uso da tecnologia e confirma que ela aumenta a segurança nas estradas. “O sensor de fadiga, com o alerta de sono, avisa a hora que devo parar e descansar. Essa tecnologia me protege”, admite ele.

Outra tecnologia adotada é a telemetria, feita por um dispositivo instalado no barramento can do veículo que faz a leitura do funcionamento de equipamentos e envia aos gestores da frota dados sobre a dirigibilidade do motorista, frenagem e aceleração brusca, velocidade na pista seca e molhada, bem como consumo de combustível. O histórico dos veículos atualizado a cada viagem contribui para identificar perfis de condução segura e econômica, bem como planejar manutenções preventivas de forma mais assertiva.

Caminhões também estão sendo equipados com o rotograma falado, um dispositivo que possibilita criar cercas eletrônicas no trajeto e funciona como um GPS. O equipamento indica não só o melhor caminho ou a menor distância até o ponto de chegada, mas também avisa o motorista sobre uma curva perigosa e recomenda a velocidade ideal para a realização segura da manobra. Ao se aproximar de uma curva perigosa, por exemplo, o aparelho emite uma mensagem de voz ao motorista: “Trecho perigoso a 500 metros, reduza a velocidade”.

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Fonte CEPEA
  • Milho - Indicador
    Campinas (SP)
    R$ 70,24
    kg
  • Soja - Indicador
    PR
    R$ 121,80
    kg
  • Soja - Indicador
    Porto de Paranaguá (PR)
    R$ 129,54
    kg
  • Suíno Carcaça - Regional
    Grande São Paulo (SP)
    R$ 9,96
    kg
  • Suíno - Estadual
    SP
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    PR
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    SC
    R$ 6,51
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    R$ 6,74
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  • Ovo Branco - Regional
    Grande São Paulo (SP)
    R$ 178,01
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    R$ 186,47
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  • Ovo Vermelho - Regional
    Grande São Paulo (SP)
    R$ 200,90
    cx
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    R$ 210,75
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  • Ovo Branco - Regional
    Bastos (SP)
    R$ 168,76
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  • Ovo Vermelho - Regional
    Bastos (SP)
    R$ 194,93
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  • Frango - Indicador
    SP
    R$ 7,06
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  • Frango - Indicador
    SP
    R$ 7,10
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  • Trigo Atacado - Regional
    PR
    R$ 1.190,04
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  • Trigo Atacado - Regional
    RS
    R$ 1.084,48
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  • Ovo Vermelho - Regional
    Vermelho
    R$ 201,03
    cx
  • Ovo Branco - Regional
    Santa Maria do Jetibá (ES)
    R$ 178,26
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  • Ovo Branco - Regional
    Recife (PE)
    R$ 162,11
    cx
  • Ovo Vermelho - Regional
    Recife (PE)
    R$ 172,94
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