Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 65,64 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 152,22 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 158,88 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 10,23 / kg
Suíno - Estadual SP ↓ R$ 6,81 / kg
Suíno - Estadual MG ↓ R$ 6,95 / kg
Suíno - Estadual PR ↓ R$ 5,80 / kg
Suíno - Estadual SC ↓ R$ 5,98 / kg
Suíno - Estadual RS ↓ R$ 5,90 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 130,28 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 130,43 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 142,46 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 139,79 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 121,35 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 133,98 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,22 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,24 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.569,82 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.482,17 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 153,87 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 127,79 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 133,72 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 148,67 / cx
Insumos

Safra de grãos no PR

Soja ganha área de milho e feijão. Safra deve crescer 18% na região dos Campos Gerais (PR) e pode chegar a 3,06 milhões de toneladas.

Compartilhar essa notícia
Safra de grãos no PR

A produção de soja, milho e feijão da 1ª safra na região dos Campos Gerais terá um crescimento de 18,5% na safra 2009/10 e deve chegar a 3,06 milhões de toneladas, conforme estimativas do Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento (Seab). A área cultivada deve chegar a 691 mil hectares. Na safra 2009/10 muitos produtores de milho e feijão migraram para a soja, cuja área cultivada é 10,5% maior com relação ao ciclo anterior.

Os dados do Deral apontam que aproximadamente 490 mil hectares de soja foram cultivados na região, o que significa um incremento de 10,5% com relação à safra 2008/09, quando chegou a 435 mil hectares. Segundo o engenheiro agrônomo do Deral, José Roberto Tosato, esse aumento na área cultivada é resultante dos baixos preços pagos ao produtor de milho e feijão. “Os produtores migraram de cultura, já que o preço do milho permaneceu baixo durante toda a safra passada e não há perspectivas de melhoras tanto no mercado interno, quanto no externo”, relata Tosato.

O engenheiro acredita que outro fator que incentivou o produtor a apostar na soja é o fator de ser uma commoditie de mercado internacional, regida pela Bolsa de Valores de Chicago, com fácil liquidez no mercado, diferentemente do milho e do feijão. Além disso, o custo para o cultivo da soja é mais acessível. “O gasto para cultivar um hectare de milho é quase duas vezes maior que o da soja”, exemplifica.

Ao que tudo indica, conforme o Deral, as estimativas em torno da soja devem se concretizar, já que as condições climáticas são favoráveis para a cultura, que necessita de chuvas e períodos longos de sol. “O estádio de germinação foi excelente e o desenvolvimento vegetativo está acima das expectativas”, aponta. A estimativa é o rendimento médio da soja seja de aproximadamente 3,25 mil quilos por hectare, cuja produção deve chegar a 1,65 milhão de toneladas. A colheita inicia na segunda quinzena de fevereiro para as variedades mais precoces, com grande concentração em março e abril.
Área cultivada reduz 22%

As estimativas do Departamento de Economia Rural (Deral) apontam que a área cultivada deve reduzir na safra 2009/10 cerca de 22%, passando de 186 mil hectares na safra anterior para 146 mil hectares neste ciclo. Isso em função dos baixos preços praticados durante a safra 2008/09, o que desestimulou os produtores. Além disso, não há perspectivas de que os preços venham a melhorar a curto prazo, tendo em vista que a produção americana será significativa. As estimativas apontam para uma produção de 1,25 milhão de toneladas, com produtividade de 8,5 mil quilos por hectare. O clima ajudou na germinação do milho, sem falhas no desenvolvimento vegetativo. “A coloração da cultura verde-escuro demonstra que a planta está bem nutrida, com excelente desenvolvimento vegetativo”, aponta o engenheiro agrônomo do Deral, José Roberto Tosato. No momento, a maioria das lavouras está na fase de floração e frutificação e o volume de chuvas tem mantido a umidade do solo. “Na safra passada a cultura foi bastante afetada pela estiagem nos meses de novembro e dezembro, o que afetou os estádios de floração e frutificação que são os mais sensíveis à falta de chuva”, conclui.

Assuntos Relacionados
grãosmilhoparanásoja
Mais lidas

Relacionados

Suinocultura Industrial 332
SI – edição 331
AI – 1345
SI- edição 330
AI – Edição 1344