Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 70,56 / kg
Soja - Indicador PRR$ 123,32 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 131,18 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 10,00 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 6,95 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 6,76 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 6,71 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 6,63 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 6,77 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 178,01 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 188,24 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 200,90 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 210,75 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 168,76 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 194,93 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,06 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,10 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.207,77 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.085,06 / t
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Milho

Recuperação do milho deve garantir recorde para grãos

Mesmo revisto, volume total estimado pela Conab atinge 268 milhões de toneladas

Recuperação do milho deve garantir recorde para grãos

Safra 2021/22

A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) confirmou as expectativas e promoveu um corte profundo em sua estimativa para a colheita de soja no país nesta safra 2021/22, em decorrência das perdas provocadas pela seca na região Sul do país. Com isso, a projeção da estatal para a produção de grãos como um todo, que em janeiro estava em 284,4 milhões de toneladas, caiu para 268,2 milhões de toneladas, ainda 5% mais que no ciclo 2020/21 e um novo recorde.

Dessa redução de 16,2 milhões de toneladas, o ajuste para a soja respondeu por 15 milhões. De acordo com a Conab, 125,5 milhões de toneladas da oleaginosa sairão dos campos brasileiros nesta temporada, ante as 140,5 milhões previstas no mês passado. A queda em relação à safra passada (138,2 milhões de toneladas) chega a 10,7%, mas mesmo assim o resultado previsto agora é o segundo maior da história.

Por causa da quebra da soja – também evidente na porção centro-sul de Mato Grosso do Sul -, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná deverão colher 10 milhões de toneladas a menos de grãos que o estimado para a safra 2020/21. A Conab corrigiu a conta para a produção total da região Sul em 2021/22 para 68,1 milhões de toneladas, o que representa uma queda de 12,7%.

Leve ajuste

No caso do milho, que também sofre com a falta de chuvas no Sul, a Conab fez apenas um leve ajuste para a colheita nacional. Previa 112,9 milhões de toneladas em janeiro e agora aponta 112,3 milhões, um aumento de 29% em relação ao ciclo passado, quando houve perdas profundas também causadas por problemas climáticos. A segunda safra é o vetor da recuperação que até agora tende a garantir uma nova colheita recorde de grãos no Brasil: para este ano, a colheita da safrinha continua projetada em pouco mais de 86 milhões de toneladas, 41,7% mais que no ano passado.

A Conab também reduziu a conta para o arroz em 2021/22, de 11,4 milhões para 10,6 milhões de toneladas, volume 10,1% inferior ao colhido no país em 2020/21. Para o feijão, a estimativa permaneceu em 3,1 milhões de toneladas, um crescimento de 6,4% ante a temporada anterior. E também não houve mudança na previsão para o algodão: conforme a estatal, a colheita ficará em 2,7 milhões de toneladas da pluma nesta safra, 15% mais que em 2020/21.

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) também divulgou ontem novas estimativas para a colheita de grãos no país este ano. Foi mais parcimoniosa nos cortes, mas sinalizou que outros ajustes para baixo virão. No total, o órgão passou a prever volume de 271,9 milhões, 5,2 milhões a menos que o projetado no mês passado mas com alta de 7,4% ante 2021.

Para a soja, o IBGE passou a calcular 131,8 milhões de toneladas, com baixa de 4,7% ante a previsão de janeiro mas 2,3% acima do resultado do ano passado. E, como a Conab, indicou que, em alguns Estados, a quebra poderá ser de dois dígitos. No caso do Paraná, por exemplo, a previsão é de queda de 33%, para 13,2 milhões de toneladas, por conta de uma retração de 34,8% no rendimento médio das lavouras.

Para Mato Grosso, maior produtor nacional de soja – e que novamente deverá responder por mais de um quarto da oferta nacional -, o IBGE estimou produção de 37,5 milhões de toneladas, um acréscimo de 5,1% na comparação com o ano passado.

Segundo o IBGE, o volume de produção de milho, apesar da seca no Sul, deverá mesmo voltar à normalidade após problemas climáticos e outros obstáculos terem prejudicado a colheita em 2021. O instituto realçou que, para 2022, a estimativa de produção de 109,9 milhões de toneladas representa um novo recorde, 0,9% acima de previsão anterior e com alta de 25,2% ante 2021.

Para o milho primeira safra, a estimativa é de produção de 27,2 milhões de toneladas, queda de 4,6% em relação à projeção anterior, mas volume 6,1% maior que o de 2021. Mas o IBGE disse que, embora, as chuvas tenham chegado de forma antecipada na maior parte do país, o que permitiu o plantio no tempo certo, a estiagem que se seguiu no Sul derrubou o potencial de produção.

O IBGE informou ainda que, para o milho de segunda safra, sua estimativa de produção é de 82,7 milhões de toneladas, com avanços de 2,9% em relação ao mês anterior e de 33,1% em relação a 2021. A área plantada na safrinha deverá crescer 3,7%.

Quebra argentina

Concluído o plantio de milho na Argentina, a Bolsa de Cereais de Buenos Aires cortou em 6 milhões de toneladas sua estimativa para a produção no país em 2021/22, para 51 milhões de toneladas. Em relatório, a bolsa informou que chuvas no norte da Argentina melhoraram as condições de solo, mas não compensaram a queda de produtividade na maior parte das lavouras, plantadas mais precocemente e que enfrentaram meses de seca. A área destinada ao milho é estimada em 7,3 milhões de hectares, 500 mil hectares a mais que em 2020/21. No caso da soja, 32% da área encara seca extrema.

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