Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 71,56 / kg
Soja - Indicador PRR$ 122,92 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 130,87 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 10,12 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 6,96 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 6,75 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 6,68 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 6,63 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 6,80 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 177,83 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 189,46 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 200,77 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 210,46 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 168,87 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 195,36 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,05 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,09 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.217,19 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.093,06 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 212,24 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 191,00 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 182,20 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE)R$ 184,52 / cx

Governo prepara ”arsenal” para levar caso da carne à OMC

Baseada na avaliação informal do MAPA sobre a capacidade de fiscalização brasileira, os europeus insistem em limitar a habilitação de vendas a uma listas de 300 fazendas.

Compartilhar essa notícia

Redação (08/02/2008)- O governo brasileiro já começou a preparar o arsenal de argumentos técnicos para uma eventual contestação à União Européia pela imposição de um embargo contra a carne bovina nacional. Esses mesmos argumentos, baseados em acordos e regras da Organização Mundial do Comércio (OMC), também poderão servir para forçar um entendimento com o bloco europeu e evitar um contencioso.
Do ponto de vista das autoridades federais, há pelo menos duas brechas para levar o caso à OMC se o bloco europeu insistir na suspensão das compras de carne brasileira. A primeira seria a limitação da quantidade de estabelecimentos sem critérios científicos, o que é vedado pelo Acordo Sanitário e Fitossanitário (SPS).
Baseada na avaliação informal do Ministério da Agricultura sobre a capacidade de fiscalização brasileira, feita durante reunião em meados de novembro do ano passado, em Cuiabá (MT), os europeus insistem em limitar a habilitação de vendas a uma listas de 300 fazendas aprovadas pelo sistema de rastreamento (Sisbov). "O processo é dinâmico. Entram e saem propriedades todas as semanas. Não pode haver limite quantitativo", diz uma fonte do governo.
Outro argumento para questionar a suspensão na OMC seria a limitação temporal imposta para o ingresso das fazendas na lista dos aprovados. A UE concedeu prazo até 31 de janeiro para que o Brasil apresentasse uma lista preliminar das fazendas.
No total, foram relacionadas 2.681 propriedades, o que resultou no pretexto ideal para sustentar a decisão da UE. Ao longo dos últimos sete anos de discussão sobre o Sisbov, era o Brasil que determinava prazo e datas. Essa mudança de atitude da UE, segundo o governo brasileiro, também feriria acordos da OMC.
Autoridades do Itamaraty e do Ministério da Agricultura também argumentam que um embargo total da UE poderia suscitar outras questões. Entre elas, se o bloco faz efetivamente as mesmas exigências aos demais países ou se o modelo de rastreamento cobrado do Brasil tem que ser o mesmo adotado pelos países-membros do bloco.
Na última sexta-feira, dirigentes do Ministério da Agricultura realizaram uma reunião para responder algumas questões adicionais formuladas pela missão veterinária do bloco que esteve no país em novembro do ano passado. O prazo para responder expira amanhã.
Foram respondidas questões sobre o trânsito de animais entre regiões distintas das áreas habilitadas a exportar, como ocorre nos Estados de Minas Gerais e Mato Grosso, além de dúvidas sobre o controle nas áreas de fronteira com a Bolívia e Paraguai. Os europeus também pediram documentos comprobatórios da Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) sobre a situação sanitária em Mato Grosso do Sul, onde foram registrados focos de febre aftosa em outubro de 2005.

Assuntos Relacionados
carnesgovernoUE
Mais lidas
Cotação
Fonte CEPEA
  • Milho - Indicador
    Campinas (SP)
    R$ 71,56
    kg
  • Soja - Indicador
    PR
    R$ 122,92
    kg
  • Soja - Indicador
    Porto de Paranaguá (PR)
    R$ 130,87
    kg
  • Suíno Carcaça - Regional
    Grande São Paulo (SP)
    R$ 10,12
    kg
  • Suíno - Estadual
    SP
    R$ 6,96
    kg
  • Suíno - Estadual
    MG
    R$ 6,75
    kg
  • Suíno - Estadual
    PR
    R$ 6,68
    kg
  • Suíno - Estadual
    SC
    R$ 6,63
    kg
  • Suíno - Estadual
    RS
    R$ 6,80
    kg
  • Ovo Branco - Regional
    Grande São Paulo (SP)
    R$ 177,83
    cx
  • Ovo Branco - Regional
    Branco
    R$ 189,46
    cx
  • Ovo Vermelho - Regional
    Grande São Paulo (SP)
    R$ 200,77
    cx
  • Ovo Vermelho - Regional
    Vermelho
    R$ 210,46
    cx
  • Ovo Branco - Regional
    Bastos (SP)
    R$ 168,87
    cx
  • Ovo Vermelho - Regional
    Bastos (SP)
    R$ 195,36
    cx
  • Frango - Indicador
    SP
    R$ 7,05
    kg
  • Frango - Indicador
    SP
    R$ 7,09
    kg
  • Trigo Atacado - Regional
    PR
    R$ 1.217,19
    t
  • Trigo Atacado - Regional
    RS
    R$ 1.093,06
    t
  • Ovo Vermelho - Regional
    Vermelho
    R$ 212,24
    cx
  • Ovo Branco - Regional
    Santa Maria do Jetibá (ES)
    R$ 191,00
    cx
  • Ovo Branco - Regional
    Recife (PE)
    R$ 182,20
    cx
  • Ovo Vermelho - Regional
    Recife (PE)
    R$ 184,52
    cx

Relacionados

SUINOCULTURA 328
Anuário AI – Edição 1342
Anuário SI – Edição 327
SI – Edição 326
AI – 1341