Dentre os produtos em destaque estão a segunda geração de milho tolerante ao estresse hídrico e a segunda geração da soja com maiores índices de produtividade.
Dez novas biotecnologias agrícolas nos EUA
Redação (19/03/2008)- Dentre os produtos em destaque estão a segunda geração de milho tolerante ao estresse hídrico, a segunda geração da soja com maiores índices de produtividade e a produção de milho que utiliza o nutriente nitrogênio de forma mais eficiente.
Para Robb Fraley, líder mundial e vice-presidente em Tecnologia da Monsanto, “trata-se do mais robusto pipeline da história da empresa. Este progresso sem precedentes reforça o compromisso da empresa em produzir produtos de alta qualidade para os agricultores”. A Monsanto investe cerca de US$ 2 milhões por dia em pesquisas com sementes e novas tecnologias geneticamente modificadas, para garantir melhores soluções agrícolas, que promovam maior produção de alimentos, com menos recursos naturais, portanto, de forma mais sustentável.
Aguardada com ansiedade pelos agricultores em todo o mundo, a primeira geração do milho tolerante ao estresse hídrico está hoje na fase 3, em desenvolvimento avançado, tornando-o o primeiro projeto atual a passar para a etapa de início do processo de desregulamentação nos EUA. Outro destaque da pesquisa atual da Monsanto é a nova geração da soja Roundup Ready®, que em testes realizados nos Estados Unidos, alcançou produtividade de até 11% maior que a primeira.
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Expansão dos transgênicos em 2007
O ISAAA (Serviço Internacional para a Aquisição de Aplicações em Agrobiotecnologia) divulgou, em fevereiro, seu relatório anual sobre o plantio mundial de variedades geneticamente modificadas. De acordo com o instituto, a área global de plantações geneticamente modificadas cresceu 12% em 2007 e alcançou 114,3 milhões de hectares cultivados, em 23 países.
E o Brasil apresentou o maior crescimento absoluto do mundo em adoção de biotecnologia agrícola. Foram cultivados no país, no ano passado, 15 milhões de hectares de lavouras transgênicas, 3,5 milhões de hectares a mais que 2006.
Dentre os produtos em destaque estão a segunda geração de milho tolerante ao estresse hídrico, a segunda geração da soja com maiores índices de produtividade e a produção de milho que utiliza o nutriente nitrogênio de forma mais eficiente.
Para Robb Fraley, líder mundial e vice-presidente em Tecnologia da Monsanto, “trata-se do mais robusto pipeline da história da empresa. Este progresso sem precedentes reforça o compromisso da empresa em produzir produtos de alta qualidade para os agricultores”. A Monsanto investe cerca de US$ 2 milhões por dia em pesquisas com sementes e novas tecnologias geneticamente modificadas, para garantir melhores soluções agrícolas, que promovam maior produção de alimentos, com menos recursos naturais, portanto, de forma mais sustentável.
Aguardada com ansiedade pelos agricultores em todo o mundo, a primeira geração do milho tolerante ao estresse hídrico está hoje na fase 3, em desenvolvimento avançado, tornando-o o primeiro projeto atual a passar para a etapa de início do processo de desregulamentação nos EUA. Outro destaque da pesquisa atual da Monsanto é a nova geração da soja Roundup Ready®, que em testes realizados nos Estados Unidos, alcançou produtividade de até 11% maior que a primeira.
Expansão dos transgênicos em 2007
O ISAAA (Serviço Internacional para a Aquisição de Aplicações em Agrobiotecnologia) divulgou, em fevereiro, seu relatório anual sobre o plantio mundial de variedades geneticamente modificadas. De acordo com o instituto, a área global de plantações geneticamente modificadas cresceu 12% em 2007 e alcançou 114,3 milhões de hectares cultivados, em 23 países.
E o Brasil apresentou o maior crescimento absoluto do mundo em adoção de biotecnologia agrícola. Foram cultivados no país, no ano passado, 15 milhões de hectares de lavouras transgênicas, 3,5 milhões de hectares a mais que 2006.





















