Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,25 / kg
Soja - Indicador PR R$ 154,95 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 162,02 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,85 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,02 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,13 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,58 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,69 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,65 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 142,62 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 143,76 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 156,38 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 156,61 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 133,77 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 147,35 / cx
Frango - Indicador SP R$ 8,33 / kg
Frango - Indicador SP R$ 8,33 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.509,74 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.385,09 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 161,30 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 135,16 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 146,43 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 157,70 / cx
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Caminhoneiros autônomos mantêm paralisação em Santos (SP)

Ontem, uma carreata causou congestionamento no Porto de Santos e a Polícia Militar foi chamada para conter os ânimos dos manifestantes durante concentração no bairro do Valongo.

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Redação (27/06/2008)- Mesmo com o término da greve nacional, os caminhoneiros autônomos da Baixada Santista decidiram manter a paralisação na região por tempo indeterminado. Ontem, uma carreata causou congestionamento no Porto de Santos e a Polícia Militar foi chamada para conter os ânimos dos manifestantes durante concentração no bairro do Valongo. Pelo menos dez caminhões de transportadoras que voltaram ao trabalho foram depredados, tendo vidros e espelhos quebrados, informou o Sindicato das Empresas de Transporte Comercial de Carga do Litoral Paulista (Sindisan).

Depois de apoiar a paralisação nas primeira 24 horas, o Sindisan resolveu retornar ao trabalho e dar um prazo até o dia 3 para que os clientes analisassem a reivindicação dos caminhoneiros de 22% de reajuste no valor do frete. No entanto, os trabalhadores do Sindicato dos Caminhoneiros Autônomos da Baixada Santista (Sindicam) não aceitaram a proposta e resolveram manter a paralisação.

O presidente do Sindicam, José Luiz Ribeiro Gonçalves, nega que os autônomos tenham depredado caminhões e afirma que o movimento mantém a força mesmo sem o apoio das transportadoras. "Os autônomos correspondem a 65% do movimento do transporte rodoviário da região, com cinco mil pessoas e 6 mil caminhões", argumenta Gonçalves.

Segundo ele, embora o movimento nacional tenha encerrado com a retomada das negociações para revisão do valor do quilômetro rodado, os caminhoneiros do Porto de Santos enfrentam outros problemas além do aumento do óleo diesel. Ele cita a demora no recebimento de cargas pelos terminais, e a falta de remuneração e de locais adequados para que os trabalhadores permaneçam durante o tempo de espera.

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