Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 64,24 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 149,18 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 155,55 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 10,33 / kg
Suíno - Estadual SP ↓ R$ 6,92 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,96 / kg
Suíno - Estadual PR ↓ R$ 6,00 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 6,01 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,92 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 129,09 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 129,77 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 142,23 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 140,41 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 121,55 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 132,98 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,27 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,29 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.563,58 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.503,06 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 152,33 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 128,04 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 138,21 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 150,17 / cx
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Caminhoneiros autônomos mantêm paralisação em Santos (SP)

Ontem, uma carreata causou congestionamento no Porto de Santos e a Polícia Militar foi chamada para conter os ânimos dos manifestantes durante concentração no bairro do Valongo.

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Redação (27/06/2008)- Mesmo com o término da greve nacional, os caminhoneiros autônomos da Baixada Santista decidiram manter a paralisação na região por tempo indeterminado. Ontem, uma carreata causou congestionamento no Porto de Santos e a Polícia Militar foi chamada para conter os ânimos dos manifestantes durante concentração no bairro do Valongo. Pelo menos dez caminhões de transportadoras que voltaram ao trabalho foram depredados, tendo vidros e espelhos quebrados, informou o Sindicato das Empresas de Transporte Comercial de Carga do Litoral Paulista (Sindisan).

Depois de apoiar a paralisação nas primeira 24 horas, o Sindisan resolveu retornar ao trabalho e dar um prazo até o dia 3 para que os clientes analisassem a reivindicação dos caminhoneiros de 22% de reajuste no valor do frete. No entanto, os trabalhadores do Sindicato dos Caminhoneiros Autônomos da Baixada Santista (Sindicam) não aceitaram a proposta e resolveram manter a paralisação.

O presidente do Sindicam, José Luiz Ribeiro Gonçalves, nega que os autônomos tenham depredado caminhões e afirma que o movimento mantém a força mesmo sem o apoio das transportadoras. "Os autônomos correspondem a 65% do movimento do transporte rodoviário da região, com cinco mil pessoas e 6 mil caminhões", argumenta Gonçalves.

Segundo ele, embora o movimento nacional tenha encerrado com a retomada das negociações para revisão do valor do quilômetro rodado, os caminhoneiros do Porto de Santos enfrentam outros problemas além do aumento do óleo diesel. Ele cita a demora no recebimento de cargas pelos terminais, e a falta de remuneração e de locais adequados para que os trabalhadores permaneçam durante o tempo de espera.

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