Na última semana, o movimento de baixa foi reforçado pelo início da colheita no Centro-Oeste
Começa a colheita de milho e pressão sobre valores, que já são os menores do ano, cresce

As expectativas de segunda safra recorde já vinham pressionando as cotações do milho, mas, na última semana, o movimento de baixa foi reforçado pelo início da colheita no Centro-Oeste.
Em algumas regiões acompanhadas pelo Cepea, como Rio Verde (GO), Chapadão do Sul (MS) e Campinas (SP), os valores do cereal no mercado disponível já operam nos menores patamares de 2022.
Nesse cenário, produtores estão mais flexíveis nos valores de venda, enquanto compradores seguem retraídos, apostando na continuidade das baixas.
Leia também no Agrimídia:
- •Congresso APA de Ovos começa hoje em Limeira (SP) e reúne especialistas para debater mercado, sanidade e inovação na avicultura de postura
- •Master Agroindustrial anuncia R$ 250 milhões em investimentos para expansão da suinocultura com produtores integrados
- •Rio Grande do Sul intensifica vigilância após foco de influenza aviária em aves silvestres na Reserva do Taim
- •Curso de avicultura capacita produtores rurais na zona rural de Mossoró (RN)
Até mesmo nos portos, que apresentaram sustentação em alguns períodos deste ano, as cotações vêm caindo há dias, e as efetivações têm sido pontuais, tanto no spot como para entrega futura. Entre 27 de maio e 3 de junho, o Indicador ESALQ/BM&FBovespa (Campinas – SP) caiu 2,1%, fechando a R$ 85,07/sc na sexta-feira, 3, o menor valor desde o início de dezembro/21, em termos nominais.





















