Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 70,52 / kg
Soja - Indicador PR R$ 152,43 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,12 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,27 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,83 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,04 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,43 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,52 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,52 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 141,85 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 143,59 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,53 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 157,55 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,15 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 146,79 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,69 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,69 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.462,05 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.361,39 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 166,55 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 137,33 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 152,58 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 163,44 / cx
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Sanidade

Agricultura Intensiva e o Aumento do Risco de Novas Pandemias

Um novo estudo liderado pela Universidade de Exeter revela que a expansão da agricultura intensiva e a consequente degradação ambiental podem elevar o risco de novas pandemias. A pesquisa questiona…
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Agricultura Intensiva e o Aumento do Risco de Novas Pandemias

Um novo estudo liderado pela Universidade de Exeter revela que a expansão da agricultura intensiva e a consequente degradação ambiental podem elevar o risco de novas pandemias. A pesquisa questiona a ideia de que a agricultura industrializada reduz os riscos de doenças zoonóticas (transmitidas de animais para humanos) através de melhores controles e biossegurança.

O estudo, conduzido pelo professor Steve Hinchliffe, destaca que, apesar das melhorias na biossegurança, a intensificação da agricultura pode, na realidade, contribuir para o surgimento de doenças infecciosas emergentes. Hinchliffe observa que a pandemia de Covid-19 renovou a preocupação com doenças zoonóticas e que fatores como o contato entre humanos e animais e o uso da terra desempenham um papel significativo nesses riscos.

O artigo enfatiza que a análise dos riscos deve ir além das ciências microbiológicas e ecológicas, incluindo também fatores sociais, econômicos e políticos. Hinchliffe critica a ideia de que a separação entre gado e vida selvagem elimina o risco de transmissão de doenças, argumentando que a realidade das fazendas, com suas estruturas físicas e movimentação de trabalhadores, pode facilitar acidentes e a entrada de animais selvagens.

Além disso, a pesquisa aponta que a intensificação da agricultura cria uma “paisagem mista” que, paradoxalmente, aumenta o risco de doenças infecciosas. Problemas com biossegurança também são destacados, com variações regionais afetando a manutenção e eficácia das medidas de segurança.

O estudo conclui que, para abordar efetivamente o risco de pandemias, é necessário reconsiderar os impactos socioculturais da produção intensiva de animais, bem como os desafios para a saúde planetária e o bem-estar animal. O artigo, publicado na Royal Society Open Science, é intitulado “Compreender os papéis da economia e da sociedade nos riscos relativos da emergência da zoonose do gado”.

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