Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 64,30 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 146,18 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 152,13 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 10,38 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,93 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,96 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 6,01 / kg
Suíno - Estadual SC ↓ R$ 5,95 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,92 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 134,59 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 136,83 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 148,71 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 152,18 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 127,27 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 139,67 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,49 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,50 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.560,04 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.473,40 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 153,99 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 128,04 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 140,00 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↑ R$ 150,47 / cx
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Economia

México se torna o 2º maior comprador de carne bovina do Brasil e ultrapassa EUA

Entenda a transformação no comércio de carne bovina do Brasil: México ultrapassa os EUA e se torna 2º maior importador

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Exportações de carne bovina e suína crescem até 6% em março, enquanto aves recuam

O comércio internacional de carne bovina do Brasil está passando por uma transformação significativa. Com a retração das vendas para os Estados Unidos devido à tarifa extra de 50% imposta pelo presidente Donald Trump, o México assumiu a posição de segundo maior importador do produto brasileiro, atrás apenas da China.

De janeiro a junho de 2025, as exportações para o mercado mexicano cresceram impressionantes 420%, saltando de 3,1 mil para 16,1 mil toneladas. A retração do mercado norte-americano, um dos poucos a não receber isenção das novas tarifas, inviabilizou a competitividade da carne brasileira. Dados mostram que, em abril, os EUA importaram 44,1 mil toneladas, enquanto em junho o volume despencou 67%, para 13,4 mil toneladas.

Enquanto o mercado dos EUA recua, México e China ampliam o espaço para a carne brasileira. As vendas para o México cresceram de US$ 15,5 milhões em janeiro para US$ 89,3 milhões em junho. A China, principal cliente do Brasil, comprou 134,4 mil toneladas em junho, um aumento de 64% em relação a janeiro.

Especialistas do setor acreditam que, mesmo com o cenário adverso nos EUA, a diversificação de mercados e a forte demanda chinesa e mexicana devem sustentar o desempenho positivo das exportações brasileiras nos próximos meses.

Referência: Estadão

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