Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 71,09 / kg
Soja - Indicador PRR$ 122,00 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 128,80 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 10,12 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 6,94 / kg
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Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 178,01 / cx
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Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 200,90 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 209,26 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 168,82 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 194,84 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,05 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,09 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.211,34 / t
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Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 206,04 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 183,84 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 170,25 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE)R$ 178,62 / cx
Biosseguridade

Granjas de Goiás tem até dia 31 de janeiro para enviar declaração de biosseguridade à Agrodefesa

A contagem regressiva começou para a avicultura goiana. A Agência Goiana de Defesa Agropecuária (Agrodefesa) emitiu um alerta urgente: produtores e responsáveis técnicos têm até o dia 31 de janeiro de 2026 (próximo sábado) para enviar a Declaração de Biosseguridade via sistema Sidago. Quem perder o prazo enfrentará o bloqueio no cadastro, ficando impedido de […]

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Granjas de Goiás tem até dia 31 de janeiro para enviar declaração de biosseguridade à Agrodefesa

A contagem regressiva começou para a avicultura goiana. A Agência Goiana de Defesa Agropecuária (Agrodefesa) emitiu um alerta urgente: produtores e responsáveis técnicos têm até o dia 31 de janeiro de 2026 (próximo sábado) para enviar a Declaração de Biosseguridade via sistema Sidago. Quem perder o prazo enfrentará o bloqueio no cadastro, ficando impedido de emitir a Guia de Trânsito Animal (GTA), na prática, travando a comercialização da granja.

A medida não é burocracia, é blindagem. Rafael Vieira, diretor da Agrodefesa, contextualiza a exigência com o cenário crítico atual: a Europa registrou 42 surtos em 14 dias e, mais preocupante, o estado vizinho de Mato Grosso luta para conter um foco ativo em Acorizal. “Manter Goiás livre da doença requer trabalho conjunto. A declaração assegura que as granjas estejam alinhadas às normas de proteção”, afirma.

O documento, que deve ser preenchido obrigatoriamente pelo médico-veterinário responsável, atesta que o estabelecimento cumpre os requisitos do Programa Nacional de Sanidade Avícola (PNSA). A lista de verificação inclui telas com malha de até 2,54cm (antipássaro), cercas isolando o galpão (mínimo 5 metros), arco de desinfecção operacional e controle rígido de visitas.

A Agrodefesa também reforçou que a responsabilidade sobre a veracidade das informações recai totalmente sobre o Responsável Técnico (RT). O veterinário deve garantir, por exemplo, que não existam árvores frutíferas ao redor dos núcleos, que atuam como atrativos para aves silvestres vetores do vírus, e que a granja abrigue apenas uma espécie e aptidão (corte ou postura).

O descumprimento ou a falsidade na declaração podem acarretar sanções éticas ao profissional junto ao CRMV, além das penalidades comerciais ao estabelecimento.

Além do bloqueio comercial para a granja (impossibilidade de emitir GTA), a ação visa criar um “cinturão de segurança” em Goiás. Segundo Silvânia Andrade Reis, coordenadora do programa, a biosseguridade é a única ferramenta capaz de limitar a exposição dos plantéis aos agentes causadores de doenças, protegendo a economia do estado de prejuízos incalculáveis.

Referência: Gov

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