Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 68,67 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 154,91 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 161,56 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 8,50 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 5,78 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,14 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,37 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,25 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,27 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 132,51 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 135,34 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 144,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 150,55 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 124,34 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 137,51 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,30 / kg
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,31 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.544,33 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.450,60 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 154,27 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 128,20 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 143,70 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 157,15 / cx
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Biosseguridade

Granjas de Goiás tem até dia 31 de janeiro para enviar declaração de biosseguridade à Agrodefesa

A contagem regressiva começou para a avicultura goiana. A Agência Goiana de Defesa Agropecuária (Agrodefesa) emitiu um alerta urgente: produtores e responsáveis técnicos têm até o dia 31 de janeiro de 2026 (próximo sábado) para enviar a Declaração de Biosseguridade via sistema Sidago. Quem perder o prazo enfrentará o bloqueio no cadastro, ficando impedido de […]

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Granjas de Goiás tem até dia 31 de janeiro para enviar declaração de biosseguridade à Agrodefesa

A contagem regressiva começou para a avicultura goiana. A Agência Goiana de Defesa Agropecuária (Agrodefesa) emitiu um alerta urgente: produtores e responsáveis técnicos têm até o dia 31 de janeiro de 2026 (próximo sábado) para enviar a Declaração de Biosseguridade via sistema Sidago. Quem perder o prazo enfrentará o bloqueio no cadastro, ficando impedido de emitir a Guia de Trânsito Animal (GTA), na prática, travando a comercialização da granja.

A medida não é burocracia, é blindagem. Rafael Vieira, diretor da Agrodefesa, contextualiza a exigência com o cenário crítico atual: a Europa registrou 42 surtos em 14 dias e, mais preocupante, o estado vizinho de Mato Grosso luta para conter um foco ativo em Acorizal. “Manter Goiás livre da doença requer trabalho conjunto. A declaração assegura que as granjas estejam alinhadas às normas de proteção”, afirma.

O documento, que deve ser preenchido obrigatoriamente pelo médico-veterinário responsável, atesta que o estabelecimento cumpre os requisitos do Programa Nacional de Sanidade Avícola (PNSA). A lista de verificação inclui telas com malha de até 2,54cm (antipássaro), cercas isolando o galpão (mínimo 5 metros), arco de desinfecção operacional e controle rígido de visitas.

A Agrodefesa também reforçou que a responsabilidade sobre a veracidade das informações recai totalmente sobre o Responsável Técnico (RT). O veterinário deve garantir, por exemplo, que não existam árvores frutíferas ao redor dos núcleos, que atuam como atrativos para aves silvestres vetores do vírus, e que a granja abrigue apenas uma espécie e aptidão (corte ou postura).

O descumprimento ou a falsidade na declaração podem acarretar sanções éticas ao profissional junto ao CRMV, além das penalidades comerciais ao estabelecimento.

Além do bloqueio comercial para a granja (impossibilidade de emitir GTA), a ação visa criar um “cinturão de segurança” em Goiás. Segundo Silvânia Andrade Reis, coordenadora do programa, a biosseguridade é a única ferramenta capaz de limitar a exposição dos plantéis aos agentes causadores de doenças, protegendo a economia do estado de prejuízos incalculáveis.

Referência: Gov

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