Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 70,93 / kg
Soja - Indicador PR R$ 152,10 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,87 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,20 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,83 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,01 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,42 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,48 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,53 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 141,73 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 141,81 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,61 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 154,39 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,09 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 147,74 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,61 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,61 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.457,55 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.355,06 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 168,21 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 134,16 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 152,11 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 162,73 / cx
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Biosseguridade

Granjas de Goiás tem até dia 31 de janeiro para enviar declaração de biosseguridade à Agrodefesa

A contagem regressiva começou para a avicultura goiana. A Agência Goiana de Defesa Agropecuária (Agrodefesa) emitiu um alerta urgente: produtores e responsáveis técnicos têm até o dia 31 de janeiro de 2026 (próximo sábado) para enviar a Declaração de Biosseguridade via sistema Sidago. Quem perder o prazo enfrentará o bloqueio no cadastro, ficando impedido de […]

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Granjas de Goiás tem até dia 31 de janeiro para enviar declaração de biosseguridade à Agrodefesa

A contagem regressiva começou para a avicultura goiana. A Agência Goiana de Defesa Agropecuária (Agrodefesa) emitiu um alerta urgente: produtores e responsáveis técnicos têm até o dia 31 de janeiro de 2026 (próximo sábado) para enviar a Declaração de Biosseguridade via sistema Sidago. Quem perder o prazo enfrentará o bloqueio no cadastro, ficando impedido de emitir a Guia de Trânsito Animal (GTA), na prática, travando a comercialização da granja.

A medida não é burocracia, é blindagem. Rafael Vieira, diretor da Agrodefesa, contextualiza a exigência com o cenário crítico atual: a Europa registrou 42 surtos em 14 dias e, mais preocupante, o estado vizinho de Mato Grosso luta para conter um foco ativo em Acorizal. “Manter Goiás livre da doença requer trabalho conjunto. A declaração assegura que as granjas estejam alinhadas às normas de proteção”, afirma.

O documento, que deve ser preenchido obrigatoriamente pelo médico-veterinário responsável, atesta que o estabelecimento cumpre os requisitos do Programa Nacional de Sanidade Avícola (PNSA). A lista de verificação inclui telas com malha de até 2,54cm (antipássaro), cercas isolando o galpão (mínimo 5 metros), arco de desinfecção operacional e controle rígido de visitas.

A Agrodefesa também reforçou que a responsabilidade sobre a veracidade das informações recai totalmente sobre o Responsável Técnico (RT). O veterinário deve garantir, por exemplo, que não existam árvores frutíferas ao redor dos núcleos, que atuam como atrativos para aves silvestres vetores do vírus, e que a granja abrigue apenas uma espécie e aptidão (corte ou postura).

O descumprimento ou a falsidade na declaração podem acarretar sanções éticas ao profissional junto ao CRMV, além das penalidades comerciais ao estabelecimento.

Além do bloqueio comercial para a granja (impossibilidade de emitir GTA), a ação visa criar um “cinturão de segurança” em Goiás. Segundo Silvânia Andrade Reis, coordenadora do programa, a biosseguridade é a única ferramenta capaz de limitar a exposição dos plantéis aos agentes causadores de doenças, protegendo a economia do estado de prejuízos incalculáveis.

Referência: Gov

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