Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 69,81 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 155,11 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 161,84 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 8,12 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 5,36 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 5,56 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 4,83 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 4,89 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 4,88 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 132,22 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 132,55 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 142,85 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 146,96 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 123,84 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 137,16 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,32 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,30 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.539,43 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.432,54 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 154,27 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 127,20 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 140,69 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 154,50 / cx
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Safra

Defensivos agrícolas devem crescer 8% na safra 2025/26, com avanço de soja e milho

Saiba como os defensivos agrícolas devem crescer 8% na safra 2025/26 com a expansão de soja e milho e manejo intensificado

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Defensivos agrícolas devem crescer 8% na safra 2025/26, com avanço de soja e milho

O mercado brasileiro de defensivos agrícolas projeta crescimento de 8% em valor na safra 2025/26, impulsionado principalmente pela expansão das culturas de soja e milho e pela intensificação dos manejos. A estimativa é da Kynetec.

Na safra 2024/25, última consolidada pela consultoria, o setor movimentou R$ 98,7 bilhões, avanço de 3% em relação ao ciclo anterior (R$ 95,9 bilhões), sinalizando recuperação após a retração observada em 2023/24. Em dólar, no entanto, houve queda de 7%, de US$ 19,4 bilhões para US$ 18,1 bilhões, refletindo principalmente a desvalorização cambial no período. A taxa média passou de R$ 4,94 para R$ 5,46 por dólar entre as safras.

O desempenho recente evidencia a volatilidade do setor. Entre 2020/21 e 2022/23, o mercado registrou forte expansão, saltando de R$ 61,4 bilhões para R$ 110,1 bilhões, impulsionado pela alta nos preços dos insumos em meio a restrições globais de oferta, gargalos logísticos e valorização do dólar. Nesse intervalo, o custo médio por aplicação subiu de R$ 37,93 para R$ 54,15 por hectare.

Herbicidas, especialmente os não seletivos, lideraram esse movimento. Segundo a consultoria, o custo médio por aplicação nesse segmento saltou de R$ 37,68 para R$ 97,60 entre 2020/21 e 2022/23, um aumento de 159%.

Na sequência, o setor entrou em fase de acomodação. Em 2023/24, mesmo com crescimento de 1% na área plantada e aumento de 9% na intensidade de tratamentos, a queda nos preços dos defensivos levou o faturamento a recuar para R$ 95,9 bilhões. Já em 2024/25, a recuperação em reais foi sustentada por um aumento estimado de 2% na área cultivada e manutenção do nível de manejo, apesar da continuidade da pressão baixista sobre os preços.

Outro indicador relevante é a expansão da área potencial tratada, que atingiu cerca de 2,39 bilhões de hectares na safra 2024/25, mantendo trajetória de crescimento ao longo dos últimos ciclos.

Para a próxima safra, a combinação entre maior área plantada, sobretudo de grãos, e a necessidade de controle fitossanitário mais intensivo tende a sustentar a demanda por defensivos, mesmo em um ambiente de preços mais ajustados e margens mais pressionadas ao longo da cadeia agrícola.

Referência: CNN Agro

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