Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 70,52 / kg
Soja - Indicador PR R$ 152,43 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,12 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,27 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,83 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,04 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,43 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,52 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,52 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 141,85 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 143,59 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,53 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 157,55 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,15 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 146,79 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,69 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,69 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.462,05 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.361,39 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 166,55 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 137,33 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 152,58 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 163,44 / cx
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ABPA rebate União Europeia e afirma que veto à carne brasileira não tem base sanitária

Entidade sustenta que decisão do bloco europeu está ligada a critérios de fiscalização e defende reconhecimento técnico do sistema brasileiro

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ABPA rebate União Europeia e afirma que veto à carne brasileira não tem base sanitária

A decisão da União Europeia de manter o Brasil fora da lista de países habilitados para determinadas exportações de produtos de origem animal, a partir de setembro, motivou reação da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). Em nota, a entidade afirmou que a medida não está relacionada a problemas sanitários nem ao uso inadequado de antimicrobianos na produção nacional.

Segundo a ABPA, não há qualquer questionamento técnico sobre a qualidade da produção brasileira. A associação destacou que a decisão europeia não decorre de não conformidades ou falhas sanitárias, mas sim de discussões relacionadas aos procedimentos de comprovação e reconhecimento, por parte da União Europeia, dos sistemas oficiais de fiscalização e controle adotados pelo Brasil.

Nesse contexto, a entidade defendeu que exigências sanitárias e regulatórias no comércio internacional sejam fundamentadas em critérios técnicos e científicos. Para a ABPA, regras dessa natureza devem considerar avaliações de risco reconhecidas internacionalmente, além de princípios como transparência regulatória e alinhamento com organismos multilaterais, a exemplo da Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA), do Codex Alimentarius e dos acordos internacionais de comércio.

Sistema brasileiro é apontado como robusto e confiável

A associação também reforçou a confiança no modelo produtivo nacional, afirmando que o Brasil possui um dos sistemas de controle sanitário e de produção animal mais robustos do mundo. De acordo com a entidade, esse desempenho é resultado da atuação integrada entre o setor produtivo e o Ministério da Agricultura e Pecuária, garantindo padrões elevados de qualidade, rastreabilidade, biosseguridade e segurança dos alimentos.

A ABPA informou ainda que o setor de proteínas animais está atuando em conjunto com o governo brasileiro para prestar esclarecimentos às autoridades europeias. O objetivo é demonstrar a efetividade dos mecanismos nacionais de fiscalização e controle, buscando o reconhecimento por parte do bloco europeu e a retomada das habilitações para exportação.

Fonte: ABPA/Estadão

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