Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 71,09 / kg
Soja - Indicador PRR$ 122,00 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 128,80 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 10,12 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 6,94 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 6,76 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 6,67 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 6,64 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 6,78 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 178,01 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 188,37 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 200,90 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 209,26 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 168,82 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 194,84 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,05 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,09 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.211,34 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.091,60 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 206,04 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 183,84 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 170,25 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE)R$ 178,62 / cx
Comércio Global

Relatório da FAO apresenta aumento da produção de alimentos a ser atendido por forte demanda

Primeiras previsões apontam para um comércio global de alimentos resiliente em 2021/22

Relatório da FAO apresenta aumento da produção de alimentos a ser atendido por forte demanda

As primeiras previsões apontam para um comércio global de alimentos resiliente em 2021-22, com o aumento da oferta atendendo a uma forte demanda, de acordo com a Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO).

O relatório semestral da FAO apresenta as prováveis perspectivas e motivações para os próximos meses, em uma análise setor a setor. 

Cereais

No geral, a produção de cereais deve ter um crescimento moderado pelo terceiro ano, atingindo níveis recordes, de acordo com o relatório. As previsões da produção mundial (incluindo arroz) estão estimadas em quase 2,82 bilhões de toneladas, um aumento de 1,9% em 2020.

O principal aumento da produção está na safra de milho, que está prevista em 3,7% a mais que no ano passado. No entanto, prevê-se que o uso exceda o total produzido, com a demanda crescendo 1,7%, para 2,83 bilhões de toneladas.

No total, as previsões de produção de trigo são de 1,4%, para um recorde. Prevê-se que a demanda por trigo aumente 2,5% no geral, com um aumento de 7,5% na absorção de rações devido aos altos preços do milho e outros grãos grossos.

O mercado de grãos grossos parece apertado, apesar de um aumento de 2,5% para 1,52 bilhão de toneladas, impulsionado principalmente pela produção de milho. A utilização está estimada em 1,53 bilhão de toneladas, deixando os estoques finais caídos em 1,7% para apenas 328 milhões de toneladas.

A demanda é liderada pela China, mas a Europa também deve comprar estoques maiores em 2021.

As safras de sementes oleaginosas devem ficar aquém da demanda em 2021, apesar de uma recuperação global de 3,8% causada pela área na produção de soja e colza. Espera-se que a produção mundial chegue a 610 milhões de toneladas, mas a FAO sugeriu que a demanda veria os estoques de final de ano despencar para uma baixa de sete anos.

Carnes

Prevê-se que a produção mundial de carne em 2021 se recupere de dois anos de redução na produção devido à peste suína africana (ASF). A produção global deve aumentar 2,2% para 346 milhões de toneladas.

Aumentos de produção estão previstos nos EUA, Europa, Vietnã e Brasil. No entanto, o principal fator é a China, que está reconstruindo seu rebanho suíno após a crise da ASF. A produção global de carne de suíno deve chegar a 114 milhões de toneladas, alta de 4,2% em relação aos níveis do ano anterior.

Dentro deste total, a produção chinesa pode aumentar em 10% em comparação com 2020 para 46 milhões de toneladas. Isso representa cerca de 85% do pico de produção da China antes do início da crise da ASF em 2018.

A produção chinesa também ajudará a impulsionar outras formas de produção de carne. A produção global de carne bovina e de vitelo deve crescer 1,2%, para 72 milhões de toneladas, com China, EUA e Brasil tendo o principal crescimento.

Da mesma forma, a produção mundial de carne ovina é sustentada pela China, que aumentará a produção em cerca de 1%, para 16 milhões de toneladas. No entanto, o volume do comércio global deverá estagnar.  

A recuperação da China pós-ASF significa que o comércio mundial de carne de suíno cairá 0,6%, para 12,8 milhões de toneladas. O comércio de carne ovina cairá 0,8%, para pouco mais de 1 milhão de toneladas, devido à redução das exportações do Reino Unido e da Nova Zelândia para o Oriente Médio, Estados Unidos e UE.

Espera-se que essas quedas marginais sejam compensadas pelo comércio de carne bovina de 12 milhões de toneladas, um aumento de 1,1%. Isso se deve principalmente à forte demanda de importação da China, com Brasil, Estados Unidos, Uruguai e Canadá esperando atender a demanda adicional.

Laticínios

Prevê-se que a produção global de lácteos em 2021 aumente em um ritmo constante, embora a pandemia de Covid-19 tenha prejudicado a produção em alguns países produtores importantes.

A FAO disse que a produção total de laticínios deve aumentar 1,6% em relação a 2020, para 921,1 milhões de toneladas. O aumento se deve ao aumento do gado leiteiro na Índia e no Paquistão e à expansão contínua de unidades de grande escala na China.

Apesar do aumento na produção nesses países, eles ainda devem impulsionar a demanda, com o comércio mundial de lácteos crescendo 2,6%, para 88 milhões de toneladas. Espera-se que Europa, Nova Zelândia e Estados Unidos sejam os principais países exportadores para atender à demanda.

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