Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 70,96 / kg
Soja - Indicador PR R$ 153,06 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 161,14 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,16 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,83 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,02 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,48 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,56 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,54 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 141,20 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 140,88 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 153,13 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 151,91 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 133,95 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 146,11 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,42 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,39 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.457,92 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.348,29 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 168,43 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 134,19 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 150,93 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 157,72 / cx
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Aquisições

Âmbar, do grupo dono do JBS, compra Central Térmica Uruguaiana

CTU pertencia à empresa argentina Saesa, que por sua vez havia adquirido o ativo do Grupo AES em setembro de 2020

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Âmbar, do grupo dono do JBS, compra Central Térmica Uruguaiana

A Âmbar Energia, do Grupo J&F, mesmo dono do JBS, anunciou nesta quarta-feira (16) a compra da Central Térmica Uruguaiana (CTU) que pertencia à empresa argentina Saesa, que por sua vez havia adquirido o ativo do Grupo AES em setembro de 2020. O valor da negociação não foi informado pelas companhias.

Conforme nota divulgada pela Âmbar Energia, equipes já trabalham para que a usina entre em operação o mais rápido possível, colaborando para a segurança energética do Sistema Interligado Nacional (SIN) durante o período crítico de escassez hídrica no Brasil. Não foi apontada uma data exata para a retomada da operação comercial do complexo.
 
A térmica, que usa como combustível o gás natural, tem capacidade instalada de 640 MW (o que corresponde a cerca de 15% da demanda média de energia elétrica do Rio Grande do Sul). “A retomada das operações da Central Térmica Uruguaiana fortalece a integração elétrica da América do Sul e o comércio regional de gás natural”, afirma o presidente da Âmbar, Marcelo Zanatta.

A empresa já possui uma termelétrica a gás natural de 480 MW, em Cuiabá, 645 quilômetros de gasodutos, duas linhas de transmissão, uma comercializadora e uma companhia de soluções em gestão e eficiência energética.

Além da compra da termelétrica gaúcha, a Âmbar está realizando outros investimentos em geração, sobretudo em energia solar e eólica. Nos próximos 12 meses, a companhia vai investir R$ 150 milhões na construção de micro e mini usinas fotovoltaicas pelo Brasil, em sistema de geração distribuída, para atender às demandas já contratadas por clientes.
 
Atualmente inativa, a usina de Uruguaiana tinha a previsão de gerar energia a partir de fevereiro para a rede elétrica brasileira, porém essa meta não se concretizou. Na época, o presidente de Saesa, Juan Bosch, havia comentado que a planta tinha iniciado as ações para comissionamento (processo que tem como objetivo verificar o funcionamento adequado da unidade) em 14 de fevereiro. Como a planta estava há cerca de cinco anos parada, alguns protocolos de segurança precisavam ser cumpridos.

Segundo Bosch, durante os testes, foi observada a necessidade de atualização de questões operacionais em uma subestação de energia e a meta era trabalhar para retomar as medidas de comissionamento o mais rapidamente possível. O dirigente não chegou a confirmar ou negar rumores que apontavam que os problemas do empreendimento poderiam estar também vinculados à falta de suprimento de gás natural.

A usina de Uruguaiana não produz energia de forma contínua desde 2009, justamente devido a dificuldades de oferta de gás natural proveniente da Argentina. A geração da térmica foi retomada, em caráter emergencial, em 2013, 2014 e 2015, por períodos temporários. O complexo foi o primeiro a operar com gás natural no Brasil, iniciando suas atividades em 2000.

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