Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 69,05 / kg
Soja - Indicador PRR$ 149,21 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 155,05 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 7,38 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 4,86 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 5,02 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 4,53 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 4,58 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 4,62 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 128,51 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 130,81 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 141,37 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 145,60 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 123,52 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 134,76 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,30 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,27 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.449,36 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.345,65 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 159,05 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 131,75 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 140,12 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE)R$ 147,00 / cx
Destaque Todas Páginas
Comentário

Eleições: Faltou falar do papel do Brasil no mundo – Por Coriolano Xavier

Por Coriolano Xavier, membro do Conselho Científico Agro Sustentável (CCAS) e Professor da ESPM

Eleições: Faltou falar do papel do Brasil no mundo – Por Coriolano Xavier

Chegamos ao segundo turno da eleição presidencial e praticamente não se discutiu, durante toda a campanha eleitoral, qual o papel do Brasil no mundo. No entanto, somos hegemônicos no agronegócio mundial, um dos principais produtores e exportadores de alimentos, com a perspectiva de mais do que dobrar as exportações nessa área, nos próximos 10 anos, segundo o USDA. Nosso principal parceiro comercial é a China, potência em ascensão na geopolítica internacional. Também estamos entre as 10 maiores economias mundiais, com um mercado de 208 milhões de pessoas e influência estratégica na América Latina. De quebra, o país é uma potência ambiental, o que é de grande relevância nesses tempos de mudanças climáticas e mobilização mundial para colocar um freio.

Essa ausência de debate sobre a inserção brasileira no mundo, entre os principais postulantes à presidência, guarda alguma relação com a cultura sedimentada pelo isolacionismo histórico da economia brasileira. Hoje o mercado internacional pauta-se pelo multilateralismo, com o desenvolvimento contínuo de acordos bilaterais ou multilaterais de comércio em todos os continentes, mas o engajamento brasileiro nessa tendência ainda se mostra tímido. A própria agenda econômica de quase todos os candidatos, meio que passava ao largo dessa questão. Contudo, agora que o palanque do segundo turno está definido, é chegado o momento de levar essa discussão aos dois postulantes ao governo federal, e também às demais forças políticas que desenharão a agenda político-econômica do país, nos próximos anos.

O agronegócio é uma exceção no cenário isolacionista do país, pois o setor já exporta para cerca de 140 países. Mas mesmo assim pode ampliar esse dinamismo com novos mercados ou maior penetração em mercados atuais, até porque tendem a vir de além fronteira importantes alavancagens do setor, na próxima década. Nessa perspectiva, dois pontos parecem surgir como estratégicos para o agro. Primeiro, uma efetiva política para promover maior abertura comercial do país, sob a batuta do multilateralismo e, inclusive, aproveitando o forte potencial competitivo do nosso agro, seja em produtos ou mesmo em serviços tecnológicos para a faixa tropical do planeta. Sempre lembrando que abertura comercial é sinônimo de vender, comprar e aprender, estendendo seus benefícios de competitividade para toda a economia, do campo à indústria e aos serviços.

O outro pilar essencial para somar no fortalecimento do país no mercado internacional é a modernização e o compliance dos processos fiscalizadores da defesa sanitária e de outras eventuais atividades de impacto sobre a segurança dos alimentos aqui produzidos. Isso tem a ver com o conceito dos produtos brasileiros no exterior, portanto é fator para abrir oportunidades de venda, além de combustível para estratégias de agregação de valor em nossas ofertas e para aumento de prestígio da marca Brasil. Para um setor com peso de um quarto do PIB e presença internacional ascendente, essa questão bem que poderia merecer atenção de prioridade nacional.

Assuntos Relacionados
Brasilcomentario
Mais lidas
Cotação
Fonte CEPEA
  • Milho - Indicador
    Campinas (SP)
    R$ 69,05
    kg
  • Soja - Indicador
    PR
    R$ 149,21
    kg
  • Soja - Indicador
    Porto de Paranaguá (PR)
    R$ 155,05
    kg
  • Suíno Carcaça - Regional
    Grande São Paulo (SP)
    R$ 7,38
    kg
  • Suíno - Estadual
    SP
    R$ 4,86
    kg
  • Suíno - Estadual
    MG
    R$ 5,02
    kg
  • Suíno - Estadual
    PR
    R$ 4,53
    kg
  • Suíno - Estadual
    SC
    R$ 4,58
    kg
  • Suíno - Estadual
    RS
    R$ 4,62
    kg
  • Ovo Branco - Regional
    Grande São Paulo (SP)
    R$ 128,51
    cx
  • Ovo Branco - Regional
    Branco
    R$ 130,81
    cx
  • Ovo Vermelho - Regional
    Grande São Paulo (SP)
    R$ 141,37
    cx
  • Ovo Vermelho - Regional
    Vermelho
    R$ 145,60
    cx
  • Ovo Branco - Regional
    Bastos (SP)
    R$ 123,52
    cx
  • Ovo Vermelho - Regional
    Bastos (SP)
    R$ 134,76
    cx
  • Frango - Indicador
    SP
    R$ 7,30
    kg
  • Frango - Indicador
    SP
    R$ 7,27
    kg
  • Trigo Atacado - Regional
    PR
    R$ 1.449,36
    t
  • Trigo Atacado - Regional
    RS
    R$ 1.345,65
    t
  • Ovo Vermelho - Regional
    Vermelho
    R$ 159,05
    cx
  • Ovo Branco - Regional
    Santa Maria do Jetibá (ES)
    R$ 131,75
    cx
  • Ovo Branco - Regional
    Recife (PE)
    R$ 140,12
    cx
  • Ovo Vermelho - Regional
    Recife (PE)
    R$ 147,00
    cx

Relacionados

AI – 1345
SI- edição 330
AI – Edição 1344
SI – Edição 329
AI – 1343