Assunto foi debatido em reunião entre o Departamento de Saúde Animal Mapa e representantes da Confederação de Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), do Fórum Nacional dos Executores de Sanidade Agropecuária (Fonesa) além de representantes da suinocultura
DSA quer erradicar peste suína clássica e ampliar da zona livre da doença no Brasil

Durante reunião entre o Departamento de Saúde Animal (DSA) do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) e representantes da Confederação de Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), do Fórum Nacional dos Executores de Sanidade Agropecuária (Fonesa), além de representantes de entidades da bovinocultura, avicultura, suinocultura, caprino-ovinocultura, aquicultura e apicultura, na segunda-feira (20/02), o grupo definiu algumas diretrizes para o país buscar condições de erradicação da peste suína clássica (PSC) e ampliação da zona livre da doença, que hoje já engloba 16 estados e 99% da suinocultura industrial.
“É um projeto de governo previsto dentro do Plano Plurianual (PPA 2016-2019)”, disse Guilherme Marques, diretor do DSA. Marques enfatizou que o projeto é prioritário, pois o risco de contaminação da zona livre é permanente, já que focos foram registrados em estados do Norte e Nordeste anos atrás. Em estados dessas regiões, houve auditorias e treinamentos para identificar e debelar eventuais casos. Para 2017, o Mapa também vai começar a trabalhar na implantação do sistema de compartimentação de suínos para febre aftosa sem vacinação e para PSC.
Ação faz parte do Plano Nacional de Sanidade Animal que o Mapa pretende criar ainda neste ano e terá medidas para avaliar serviços veterinários nos estados, intensificar emergências sanitárias e agilizar indenizações nos casos de sacrifício em rebanhos, além de atualizar os programas dessa área, segundo o diretor do Departamento de Saúde Animal (DSA).
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