Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 69,81 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 155,11 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 161,84 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 8,12 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 5,36 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 5,56 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 4,83 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 4,89 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 4,88 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 132,22 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 132,55 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 142,85 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 146,96 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 123,84 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 137,16 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,32 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,30 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.539,43 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.432,54 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 154,27 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 127,20 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 140,69 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 154,50 / cx
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Sanidade

Brasil veta uso de antimicrobianos como promotores de crescimento na produção animal

Nova regra do Mapa proíbe uso de antimicrobianos como a virginiamicina, cancela registros e impõe prazo de adaptação ao setor

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Brasil veta uso de antimicrobianos como promotores de crescimento na produção animal

O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) publicou a Portaria SDA nº 1.617, de 24 de abril de 2026, que proíbe em todo o país o uso de antimicrobianos como promotores de crescimento na produção animal. A medida impacta diretamente cadeias como avicultura, suinocultura e bovinocultura, e marca uma mudança importante nas práticas de nutrição e manejo.

A norma determina a proibição da importação, fabricação, comercialização e uso desses aditivos quando destinados à melhora de desempenho dos animais. Além disso, estabelece o cancelamento dos registros dos produtos enquadrados nessa categoria.

Entre os princípios ativos atingidos estão substâncias amplamente utilizadas no setor, como a virginiamicina, avoparcina, bacitracina (incluindo suas variações), tilosina e espiromicina, historicamente empregadas para ganho de peso e eficiência alimentar em sistemas produtivos intensivos.

A decisão acompanha uma tendência global e tem como principal objetivo reduzir os riscos de resistência bacteriana. O uso contínuo de antibióticos em baixas doses é apontado por autoridades sanitárias como um fator que pode comprometer a eficácia desses medicamentos tanto na saúde animal quanto humana.

Apesar da proibição, o governo estabeleceu um período de transição. Produtos já fabricados ou importados poderão ser comercializados e utilizados por até 180 dias, enquanto empresas deverão se adequar às novas exigências regulatórias.

Na prática, a medida deve exigir maior rigor sanitário nas propriedades, incentivar a adoção de alternativas nutricionais e fortalecer o posicionamento do Brasil em mercados internacionais mais exigentes quanto ao uso de antibióticos na produção animal.

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