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Economia

Com desempenho do Agro, PIB do Paraná cresce o dobro do Brasil

PIB paranaense teve crescimento de 2,1%, enquanto os valores nacionais tiveram crescimento de 1,4%

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Com desempenho do Agro, PIB do Paraná cresce o dobro do Brasil

A economia do Paraná cresceu 2,9% no terceiro trimestre de 2017 em relação ao mesmo período do ano passado. Com a evolução, o Produto Interno Bruto (PIB) do Estado alcançou R$ 101,675 bilhões. Os dados foram divulgados nesta terça-feira (12/12) pelo Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico Social (Ipardes).

O crescimento do PIB do Paraná foi mais do que o dobro do Brasil, que cresceu 1,4%, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). No acumulado do ano, a economia do Paraná registra alta de 2,1%, contra 0,6% do Brasil.

No terceiro trimestre, na comparação com igual período do ano passado, a agropecuária cresceu 11,1%, a indústria 2,5%, os serviços 2,1% e a geração de impostos 3,1%.

A safra recorde, de 41 milhões de toneladas de grãos, e a expansão da indústria de transformação em todos os trimestres do ano, além da recuperação do setor de serviços, contribuíram para o desempenho no acumulado de janeiro a setembro de 2017. A agropecuária cresceu 11% no período, a indústria (1,3%), os serviços (1,4%) e a geração de impostos (1,6%).

No acumulado de quatro trimestres, a economia do Paraná cresceu 1,5%, acumulando um PIB de R$ 412,784 bilhões. O valor corresponde a 6,4% do PIB nacional. Em termos setoriais, o Paraná responde por 11,8% da agropecuária do País, enquanto a indústria e os serviços são responsáveis por 7,6% e 5,7%, respectivamente.

No campo, o destaque do terceiro trimestre foi à safra de inverno, com o crescimento da colheita de milho. No setor industrial, a expansão de 2,5% foi favorecida pela indústria de transformação, na qual se destacam a produção de máquinas e equipamentos (14,8%) e veículos automotores (11,4%). O período também foi marcado pelo resultado positivo da construção civil, após vários trimestres no negativo nesse comparativo.

No trimestre, houve recuperação de vendas no comércio, em que sobressaiu a comercialização de combustíveis, de equipamentos e materiais para escritório, informática e comunicação. Também foram registrados crescimentos da área de transportes, armazenagem e correios, e de serviços prestados às famílias.

As contribuições negativas ficaram por conta da produção de energia elétrica, afetada pela redução dos níveis dos reservatórios, com relação à observada em 2016. Ao mesmo tempo, serviços de informação e comunicação impediram melhor desempenho no setor de serviços.

“O Paraná demonstra que o trabalho dos paranaenses, na indústria, no campo, no comércio e serviços, apoiado por uma administração pública voltada ao desenvolvimento socioeconômico, promove resultados melhores que os do país”, afirma o governador Beto Richa. “Deixamos a crise para trás antes, mas o Brasil, felizmente, também segue o caminho de recuperação”.

O diretor presidente do Ipardes, Julio Suzuki Júnior, ressalta que os dados comprovam que o Paraná saiu da crise em uma velocidade mais rápida e em um ritmo mais contundente que o Brasil. “O bom desempenho na agropecuária se estendeu aos demais setores ao longo do ano, o que faz com que o Estado tenha um desempenho mais positivo que a média”, explica.

Com o resultado, o Ipardes revisou mais uma vez a previsão de crescimento da economia do Estado para 2017. A projeção inicial, que era de 1,5%, passou para 2% e agora está em 2,3%. “O Paraná deve crescer mais de duas vezes que o Brasil em 2017, cujas estimativas variam de 0,7% a 1%”, diz.

Na avaliação do secretário do Planejamento e Coordenação Geral (SEPL), Juraci Barbosa Sobrinho, o crescimento da economia paranaense é resultado do bom ambiente econômico no Paraná, decorrente de fatores como investimentos em infraestrutura e contas em dia. “O Estado, sendo o maior comprador, contribui nas cadeias produtivas locais”, comenta ao acrescentar ainda a crescente contribuição do Estado ao PIB nacional.

Suzuki Júnior também entende que o ajuste fiscal e o ambiente mais favorável a investimentos no Estado contribuem para o bom desempenho da economia. “O setor produtivo se sente mais seguro em investir em um Estado que soube fazer o ajuste, cumpre as suas obrigações salariais e preserva, dessa maneira, o poder de consumo da população”, diz o economista.

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