Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 69,14 / kg
Soja - Indicador PRR$ 120,22 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 126,53 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 10,08 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 6,85 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 6,77 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 6,59 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 6,57 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 6,63 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 158,55 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 166,89 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 174,45 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 183,32 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 149,18 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 167,73 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,26 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,31 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.158,45 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.092,04 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 175,71 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 157,57 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 159,60 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE)R$ 171,02 / cx
Comentário

Além da sobrevivência – por Leandro Pereira

O agronegócio vive períodos tempestuosos, onde há ventos que levam ao progresso e desenvolvimento, representados por investimentos em tecnologia e inovação

Além da sobrevivência – por Leandro Pereira

.Disse o filósofo Sêneca: “Não existe vento favorável a quem não sabe onde deseja ir”. O agronegócio vive períodos tempestuosos, onde há ventos que levam ao progresso e desenvolvimento, representados por investimentos em tecnologia e inovação, mas também há ventos de estagnação e crises, onde estão aqueles que se conformaram com as práticas tradicionais.

Os profissionais do agro – incluindo aqui suinocultores, pecuaristas, agricultores, processadores e todos aqueles que estão envolvidos com o maior setor da economia brasileira – precisam formular metas para o seu negócio.  Metas proporcionam uma visão clara do caminho a ser percorrido, facilitando a tomada de decisão e a forma com que o progresso é mensurado. Em propriedades de operações familiares, as metas do negócio podem ser uma ramificação das metas da família, seus objetivos e sonhos. Enquanto que, nos estabelecimentos onde trabalham gestores contratados, o proprietário pode determinar as metas que serão seguidas pelos gestores.

Pesquisas com operadores rurais identificaram diversas metas comuns em estabelecimentos rurais e observou-se que, muitas vezes, a sobrevivência e permanência do negócio é colocada acima de outras metas como a maximização do lucro, a melhora na qualidade de vida, aumento do tempo de lazer, expansão do negócio, etc. Em outras palavras, grande parte dos profissionais que estão à frente da suinocultura, pecuária e lavouras possuem a meta de subsistência a fim de não falir o seu negócio.

Geralmente, o mais comum é assumirmos que a maximização dos lucros é a meta principal de todos os negócios. O aumento nos percentuais de lucro pode não ser a meta mais importante para todos os gestores, mas, sem dúvida, proporciona o atingimento de muitas outras metas, como melhorar o padrão de vida da família, expandir o negócio, adquirir novas propriedades, ter mais tempo livre, melhorar a qualidade dos recursos e claro, sobreviver.

Ter a sobrevivência como principal objetivo de todo um trabalho é extremamente inferior ao potencial que um negócio bem estruturado e planejado possui. Sobreviver é menor do que viver. É subsistir sem confiança de que seu trabalho pode ser fonte de recompensas valiosas tanto para a sua vida, como para a comunidade, a manutenção dos recursos naturais, a economia e o desenvolvimento do setor que atua.

A suinocultura, por sua vez, tem seguido ventos favoráveis em direção ao alcance de metas. Utilizando tecnologias disponíveis no Brasil, é possível obter melhor retorno sobre o investimento, se manter no mercado, aumentar o tempo livre e evitar desperdícios de alimentos. Muitos suinocultores estão formulando suas metas, traçando seu planejamento para os próximos anos e colhendo resultados similares aos obtidos em plantéis europeus.

Esse planejamento na suinocultura está alinhado com estratégias de manejo e gestão, sempre auxiliado por tecnologias que, não apenas gerenciam a alimentação e temperatura nas granjas, mas geram feedback para a melhor análise e tomada de decisões. Seguindo o exemplo dos europeus, não basta alimentar os animais, faz-se necessário compreender suas necessidades e concilia-las com as oportunidades e recursos existentes à volta, como matérias primas auxiliares, metodologias de gestão e acompanhamento contínuo com foco em resultados.

Para permanecer no jogo mundial da suinocultura, o Brasil terá que continuar aprimorando métodos em concílio com sua natural criatividade, e deverá contar com tecnologia constantemente pensada para nossa realidade. Uma vez que o objetivo final não é a mera subsistência, mas encontrar nossa verdadeira vocação com resultados que ao mesmo tempo elevem ganhos ecológicos, de bem-estar, financeiros e nutricionais.

Entre as tecnologias que podem auxiliar no processo, estão sistemas nacionais de Alimentação Líquida para Suínos que, mais do que oferecer alimento, permitem verdadeira gestão da fase de alimentação com uso de coprodutos e suporte de relatórios avançados.  Tudo isso resulta em transparência e oportunidades para a elaboração e monitoramento de resultados das estratégias na granja. Para mais informações contate-nos, www.alfasuinos.com.

 

Colaborou Larissa Ferreira

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