Avanço da colheita da segunda safra e o aumento da oferta continuam pressionando para baixo as cotações do milho no mercado interno
Cenário de preços mais firmes para o milho em curto e médio prazos

O avanço da colheita da segunda safra e o aumento da oferta continuam pressionando para baixo as cotações do milho no mercado interno.
Entretanto, as quedas desde meados de julho foram menores, limitadas pela maior movimentação para exportação. A média diária embarcada em agosto (até a segunda semana) foi 77,4% maior que a média de julho deste ano e 76,0% acima do registrado em igual período do ano passado.
Segundo levantamento da Scot Consultoria, na região de Campinas-SP, a saca de 60 quilos está cotada em R$25,00, sem o frete, para a entrega imediata.
Leia também no Agrimídia:
- •OMSA confirma Influenza Aviária em aves silvestres no Uruguai e reforça alerta sanitário na região
- •Alibem exporta carne suína para mais de 40 países e comercializa 160 mil toneladas por ano
- •Perfil do consumidor brasileiro muda em 2026 e exige novas estratégias do varejo
- •AVEC pede suspensão preventiva das importações de aves da China pela União Europeia
Houve queda de 1,9%, em relação a julho último. Já na comparação anual, o milho está custando 44,1% menos.
Em curto e médio prazos, esperam-se preços mais firmes para o milho, em função das exportações, que deverão seguir aumentando.
Na B3, antiga BM&F/Bovespa, os contratos com vencimento em setembro/17 ficaram cotados em R$27,39 por saca; o de novembro/17 em R$28,35 por saca e o janeiro/18 em R$30,30 por saca (14/8), sinalizando alta de preços neste segundo semestre e começo de 2018.





















