A produção de energia renovável através da biomassa florestal vem crescendo em todo o país. Já existem estudos que analisam o potencial do bambu nativo, a chamada taboca, o qual nasce no sudoeste da Amazônia.
Comercialização do bambu nativo pode favorecer setor de biomassa florestal

A produção de energia renovável através da biomassa florestal vem crescendo em todo o país. Já existem estudos que analisam o potencial do bambu nativo, a chamada taboca, o qual nasce no sudoeste da Amazônia. Por ser encontrado em uma área extensa, projetos vêm estudando a produção de energia a partir da planta e de que forma ela pode contribuir para a economia do estado.
Por ser uma espécie dominante, a exploração comercial do bambu possui um grande potencial, o que favorece o setor de produção de energia. Porém apesar do grande crescimento em área nativa, ainda existem pesquisadores que são contrários a sua comercialização, e compactuam com a ideia de domesticação da espécie em centros com maior infraestrutura, por exemplo.
A produção de energia a partir do bambu ainda passará por inúmeras discussões para que a mesma seja liberada. De acordo com especialistas, as discussões são concentradas em dois pontos distintos, que são a dispersão nativa da espécie em território amazônico e amplitude do emprego da taboca em setores como imobiliário e construção civil.
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Apesar destas questões, a produção da taboca pode ser utilizada em muitos setores como a indústria alimentícia, a produção de papel e celulose e a biomassa para a geração de energia elétrica. O setor de biomassa vê a planta com bons olhos já que a mesma possui um potencial descrito como fabuloso para geração de energia limpa.





















