Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 68,53 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 154,10 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 159,94 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 8,36 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 5,88 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,18 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,47 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,36 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,33 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 140,65 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 143,86 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 150,64 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 162,44 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 131,75 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 143,95 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,33 / kg
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,34 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.553,71 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.454,52 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 154,26 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 135,30 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,12 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↑ R$ 161,54 / cx
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Sindirações

Em 2016 Brasil deverá produzir 66,8 mi/t de ração animal

Estimativa realizada pelo Sindirações apresenta elevação de 1% no período de janeiro a setembro; Para o ano a previsão é de estabilidade com produção de 66,8 milhões toneladas de ração animal

Em 2016 Brasil deverá produzir 66,8 mi/t de ração animal

De acordo com o Sindirações — Sindicato Nacional da Indústria de Alimentação Animal –, a expectativa é de que o setor encerre o ano de 2016 estável com uma produção de 66,8 milhões de toneladas de ração animal, volume praticamente semelhante ao de 2015. Entre janeiro e setembro de 2016, a produção registrou um leve aumento de 1%, período em que a demanda de rações para suínos obteve expansão de 3,4%, o maior crescimento dos segmentos.

Ariovaldo Zani, CEO do Sindirações, ressalta que a demanda de janeiro a setembro por rações alcançou pouco mais de 50 milhões de toneladas e, diante do ritmo ainda mais lento do último trimestre, a previsão é de que não haja avanço em 2016 em relação ao ano anterior. “A escalada do preço do milho, principalmente durante o primeiro semestre, combinada à subida do farelo de soja no segundo trimestre, desmotivou a engorda de bois e a alimentação preparada do rebanho leiteiro, enquanto os produtores de aves e suínos continuaram incrementando o alojamento e abate”, complementa Zani.

Variação nos preços

Fonte: Sindirações

No segundo semestre, o alívio apurado no custo dos principais insumos da alimentação estimulou a retomada da pecuária leiteira, favorecida pelo preço do leite pago ao produtor, enquanto as cadeias produtivas de aves e suínos reduziram o ritmo da demanda por rações e o retrocesso da reposição inibiu ainda mais o consumo de concentrados nos confinamentos. 

“Para 2017, a previsão preliminar é contabilizar pouco mais de 69 milhões de toneladas de rações, montante ainda dependente da recuperação da economia doméstica tanto do comércio internacional e da confiança do empreendedor, quanto do consumidor brasileiro”, ressalta Zani.

Grafico

 

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