Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 71,56 / kg
Soja - Indicador PRR$ 122,92 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 130,87 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 10,12 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 6,96 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 6,75 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 6,68 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 6,63 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 6,80 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 177,83 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 189,46 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 200,77 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 210,46 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 168,87 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 195,36 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,05 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,09 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.217,19 / t
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Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 212,24 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 191,00 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 182,20 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE)R$ 184,52 / cx
Sanidade

Agroindústrias adotarão moderno sistema de rastreabilidade com radiofrequência

O projeto – também conhecido como Canal Azul – teve a colaboração da Fapesc e apoio do Sindicarne e da Acav.

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Agroindústrias adotarão moderno sistema de rastreabilidade com radiofrequência

As cadeias produtivas de aves e suínos de Santa Catarina – situadas entre as mais modernas do planeta – devem adotar  até o final  do  ano a tecnologia RFID baseada no uso da radiofrequência para aperfeiçoar o sistema de rastreabilidade. Essa tecnologia permite o uso de uma espécie de etiqueta eletrônica inteligente que será implantada nos lacres dos contêineres.

O emprego desses recursos no aperfeiçoamento da rastreabilidade suinícola resulta de parceria entre a FAPESC, ICASA, SINDICARNE e ACAV, envolvendo outras instituições da sociedade Catarinense, órgãos oficiais da Secretaria da Agricultura, CIDASC, o Ministério da Agricultura incluindo o VIGIAGRO e SIPOA/SIF, além de empresas privadas de tecnologia e centros de pesquisa e Universidade de São Paulo (USP).
        
O projeto – também conhecido como Canal Azul – teve a colaboração da FAPESC e apoio do SINDICARNE e da ACAV, com a participação das agroindústrias catarinenses. Foi realizado um piloto no Estado, em 2012/2013,  o qual testou a aplicabilidade da tecnologia que agora deve ser utilizada para todos os interessados da cadeia produtiva.

O diretor executivo do Sindicato das Indústrias da Carne e Derivados de Santa Catarina (SINDICARNE), Ricardo de Gouvêa, explica que a implantação do sistema de rastreabilidade de RFID aguarda homologação do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.  Deverá ser implantada neste ano ainda, cobrindo toda a operação das agroindústrias aos portos.

Para aperfeiçoar ainda mais a rastreabilidade no Estado, a tecnologia será empregada no campo e dentro das plantas industriais.   Essa tecnologia está disponível em escala mundial e já é aplicada em várias áreas da atividade humana e empresarial.

Com isso, à medida que a vida do animal avança, registram-se nessa etiqueta os principais fatos relevantes sob aspectos de nutrição, saúde, localização, entre outros. Além disso, após o processamento, é possível manter este histórico junto ao produto, incluindo as validações oficiais e respectivas certificações.
 
O diretor esclarece que não haverá mudança na metodologia adotada, mas um aperfeiçoamento tecnológico da rastreabilidade trazendo inovação, processos on-line, mais segurança e confiabilidade ao sistema.
        
O investimento total das empresas no processo não foi revelado, pois, como se trata de uma parceria com o Governo do Estado, FAPESC e agroindústrias catarinenses, os recursos serão alocados gradualmente, fase a fase.

“Esse é mais um investimento na vanguarda da cadeia produtiva de proteína animal catarinense. Certamente nossos clientes internos e externos reconhecerão nossa evolução e continuarão a nos dar a preferência de aquisição nesta jornada de várias décadas”, concluiu o diretor do Sindicato das Indústrias da Carne e Derivados de Santa Catarina (SINDICARNE), Ricardo de Gouvêa.
        
SISTEMA
A rastreabilidade permite capturar, armazenar e relacionar informações desde o provedor de insumos e matérias-primas, produtores, até as unidades industriais, a logística e o transporte, as unidades de venda e os consumidores. Um fluxo com registro, identificação e transmissão de informações permite conhecer a procedência, o produto e sua localização. Trata-se de um monitoramento seguro e completo com registro dos estabelecimentos, das movimentações e das operações, obedecendo normas internacionais.

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