Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 66,60 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 152,45 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 158,53 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 9,60 / kg
Suíno - Estadual SP ↓ R$ 6,63 / kg
Suíno - Estadual MG ↓ R$ 6,50 / kg
Suíno - Estadual PR ↓ R$ 5,47 / kg
Suíno - Estadual SC ↓ R$ 5,66 / kg
Suíno - Estadual RS ↓ R$ 5,68 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 138,22 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 140,13 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 153,94 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 155,57 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 129,09 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 143,13 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,06 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,08 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.560,21 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.476,60 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 158,58 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 133,76 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 138,22 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↑ R$ 148,69 / cx
Exportação

Reabertura do mercado chinês para a carne é nova oportunidade para o Brasil planejar seu papel no comércio mundial

Brasil terá que implantar mudanças significativas no modo como encara seu relacionamento comercial com o mundo, acredita presidente da SRB.

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A reabertura do mercado chinês à carne bovina brasileira cria nova oportunidade para o Brasil pensar, planejar e organizar o seu papel no comércio agrícola mundial. É o que afirma o presidente da Sociedade Rural Brasileira (SRB), Gustavo Diniz Junqueira.

“Temos que nos preparar para nos posicionarmos como o guardião da segurança alimentar do planeta”, assinala Junqueira, que ressalva: “só que isso passa pela elaboração de políticas que conectem de modo proativo a presença do País no comércio mundial”.

Na avaliação do presidente da Rural, para participar de modo ativo e decisivo da competição global – agregando a sua já forte cesta exportadora commodities, o embarque cada vez maior de produtos industrializados -, o Brasil terá que implantar mudanças significativas no modo como encara seu relacionamento comercial com o mundo.

Para Junqueira, no complexo comércio agrícola mundial, o Brasil tem que estudar e compreender o que os países importadores querem e estão dispostos a comprar, para, em seguida, discutir internamente – envolvendo governo e toda a cadeia produtiva do agronegócio – um plano estratégico de como oferecer um cardápio de produtos com preço, qualidade, socioambientalmente responsável e com garantia de entrega.

“E isso passa por negociações objetivas, acordos de longo prazo e parâmetros claros de direitos e obrigações tanto no âmbito doméstico [entre governo e setor privado] quanto externo [com nossos compradores].”

Na análise do presidente da Rural, no mundo das grandes cadeias de valor, não há competitividade possível se não houver integração e especialização. “E o agronegócio é um trunfo geopolítico que temos. O setor deve estar na agenda do executivo como item de segurança nacional.”

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