Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 68,53 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 154,10 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 159,94 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 8,36 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 5,88 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,18 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,47 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,36 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,33 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 140,65 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 143,86 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 150,64 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 162,44 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 131,75 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 143,95 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,33 / kg
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,34 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.553,71 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.454,52 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 154,26 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 135,30 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,12 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↑ R$ 161,54 / cx
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Bioenergia

Crescimento das fontes renováveis deve desacelerar até 2020, aponta IEA

Se as incertezas políticas não forem dizimadas, a expansão da energia renovável vai desacelerar nos próximos cinco anos.

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Crescimento das fontes renováveis deve desacelerar até 2020, aponta IEA

Se as incertezas políticas não forem dizimadas, a expansão da energia renovável vai desacelerar nos próximos cinco anos, aponta a Agência Internacional de Energia (IEA na sigla em inglês), no relatório anual “Mercado de energias renováveis no médio prazo”, lançado nesta quinta-feira (28/08).

O relatório aponta que a geração de energia por meio das fontes eólica, solar e hidráulica apresentaram forte crescimento em 2012, atingindo 22% da geração global. O patamar é semelhante ao da geração por gás, que permaneceu estável ante o ano passado. Existia uma expectativa de que a energia renovável crescesse 45% e atingisse 26% da matriz global até 2020. Contudo, a expectativa é de um crescimento lento e estável após 2014, abaixo dos níveis necessários para atender os objetivos de mudanças climáticas globais.

O relatório aponta que US$230 milhões serão investidos em renováveis, por ano, até 2020. Isso é menos do que os US$250 bilhões aportados no ano passado. A redução deve-se às expectativas de que o custo tecnológico caia ao mesmo tempo que o crescimento da capacidade instalada deve desacelerar. A queda nos custos farão com que surjam oportunidades em alguns países.

Como exemplo de mercados competitivos, a agência internacional cita o Brasil, que une bons recursos com condições de financiamento. A IEA cita que a eólica onshore vem levando vantagem sobre as termelétricas a gás nos últimos leilões regulados. Ainda na América do Sul, o Chile também é apontado como uma boa janela para o desenvolvimento da energia solar.

Estimulados pela necessidade de diversificação na matriz e, no caso da China, de melhorar a qualidade do ar, os países que não integram a Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE) concentram 70% desse crescimento. No entanto, apenas 35% do total instalado provém de renováveis, o que mostra o importante papel dos combustíveis fósseis para esse grupo de nações. Na OCDE, cerca de 80% da geração nova é renovável, mas o crescimento é limitado devido à fraca demanda e os crescentes riscos políticos nos mercados-chave.

“As fontes renováveis são parte importante da segurança energética. No entanto, logo agora que elas estão se tornando competitivas do ponto de vista econômico, crescem o número de incertezas políticas e regulatórias em alguns mercados-chave. Isso deriva de preocupações sobre os custos de implantação de energias renováveis”, disse Maria van der Hoeven, diretora-executiva da IEA.

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