Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 65,51 / kg
Soja - Indicador PRR$ 122,81 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 129,53 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 8,71 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 5,44 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 5,78 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 4,90 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 5,07 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 5,24 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 155,07 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 160,23 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 173,37 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 180,07 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 146,77 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 169,38 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,66 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,68 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.349,10 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.294,62 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 178,05 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 153,69 / cx
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Dália reúne associados e apresenta Programa “Mais Leitões”

Programa “Mais Leitões” vem atingindo gradativos e satisfatórios resultados para os produtores de Unidades Produtoras de Leitões.

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Desde que foi implantado, em março deste ano, o Programa “Mais Leitões” vem atingindo gradativos e satisfatórios resultados para os produtores de Unidades Produtoras de Leitões (UPL’s) em termos de produtividade de leitões nascidos. Esses resultados, além de orientações acerca de sanidade e manejo, foram repassados no dia 7 de outubro, em encontro realizado na sede da AABB, em Encantado.

A Dália Alimentos, em parceria com a Elanco, reuniu cerca de 100 pessoas para ouviram as explanações de representantes de ambas as empresas. O Programa “Mais Leitões” engloba as granjas de associados e também as próprias da cooperativa, totalizando 34 UPL’s.

O programa é desenvolvido pela Dália Alimentos em parceria com o laboratório de saúde animal Elanco e, de acordo com o supervisor do Setor de Suinocultura da Dália Alimentos, Rony Carlos Giongo, a meta é aumentar em um leitão nascido total até o final de 2015. Hoje, a média de leitões nascidos totais é de 13,24 e o objetivo é chegar a 14,24 em curto e médio prazo.

Desde o início do trabalho, as UPL’s receberam a visita da equipe técnica do Setor de Suinocultura. Foram realizadas análises, balanços e comparativos na tentativa de qualificar e aumentar o índice de leitões nascidos totais. Conforme Giongo, o trabalho vem obtendo uma significativa evolução, visando atingir a meta estipulada. “O projeto pela busca por uma maior produtividade foi uma ideia que lançamos há algum tempo, quando percebemos a necessidade de qualificar ainda mais o trabalho nas granjas.”

Segundo o supervisor, desde o início do projeto já foram obtidos resultados parciais com o programa que conta com um trabalho conjunto. “É uma união de esforços entre a Central de Inseminação Artificial de Suínos da Dália Alimentos (CIAS), a equipe técnica do setor, os produtores associados, os gerentes, os encarregados e os funcionários das granjas visando atingir os melhores resultados.”

O presidente do Conselho de Administração da Dália Alimentos, Gilberto Antônio Piccinini, destacou a ascensão da suinocultura no país e no exterior. Frisou que todo o processo inicia-se pelas granjas e pelas UPL’s e que o foco está em produzir o melhor leitão. “É muito importante a promoção de encontros como este, onde há a troca de informações e a busca constante pelas melhores orientações.”

Em busca da meta
O gerente da Granja Anta Gorda, Ismael Primon, afirma que segue rigorosamente todas as instruções recebidas. A UPL 21 dias própria da Dália Alimentos, localizada em Linha Carijo, no município de Anta Gorda, está em busca dos melhores índices e resultados.

Com cinco pavilhões de 140 metros de extensão destinados à gestação e outros cinco de 90 metros destinados à maternidade, Primon relata que todo o trabalho executado pela equipe de dez funcionários visa os números mais satisfatórios.

A granja possui 2,2 mil fêmeas e uma média de 13,26 leitões nascidos totais. De acordo com Primon, para atingir as metas na granja é realizada inseminação artificial intrauterina. “Fomos a Santa Rosa fazer um curso e a nossa granja foi uma das primeiras a fazer este tipo de inseminação.” A projeção da equipe é de atingir 14 leitões nascidos totais até o início de 2015.

O técnico agrícola e encarregado da CIAS, Ederson dos Santos, também relata os investimentos na parte dos laboratórios, na informatização, na aquisição de equipamentos e programas. “A modernização é fundamental para que este trabalho flua bem. A CIAS é o início de todo o processo, através das doses de sêmen que são feitas com bastante precaução e qualidade e enviadas a campo.”

Manejo e sanidade
O gerente técnico da Elanco, Jandir Pilotto, detalhou o Programa “Mais Leitões” e apresentou os dados obtidos com as visitas técnicas da equipe. “Através destes dados detectamos pontos críticos de manejo e sanidade, juntamente com a equipe da Dália, e damos início ao processo de monitoria e melhoria nas granjas.” Também esteve representando a empresa a médica veterinária Arita Tagliari Postal, que acompanhou, junto a Pilotto, toda a realização do projeto.

A médica veterinária responsável pela CIAS, Laura Espíndola Argenti, destacou o funcionamento da unidade localizada no Bairro Santa Clara, em Encantado. Considerada “o coração da produção”, a CIAS conta com uma estrutura de três pavilhões para o alojamento de 187 machos, um laboratório e quatro salas de coleta automatizada. A produção mensal é de aproximadamente 20 mil doses de sêmen.

Quanto aos cuidados nas granjas, Laura destacou o manejo adequado com as fêmeas, a gestação, o parto, a maternidade, a alimentação, os medicamentos, o manejo da inseminação artificial e a importância que o operador demanda para estas funções. “De nada adianta termos o melhor material, a melhor qualidade de vacina, a dose inseminante mais bem preparada se as nossas granjas não derem o devido valor a esse material. Nossos funcionários e produtores devem saber disso e cuidar do detalhe, realizando as técnicas de manejo da forma mais correta possível”, observa.

O médico veterinário responsável pelas UPL’s, Bruno Teixeira Marimon, deu continuidade à fala de Laura e complementou falando acerca de doenças, vacinação e biossegurança.

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