Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 64,74 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 148,04 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 154,24 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 10,18 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,82 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,96 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,93 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,88 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,92 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 135,85 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 136,83 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 148,71 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 152,18 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 127,37 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 139,67 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,49 / kg
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,51 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.565,19 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.475,23 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 153,99 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 130,28 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 138,94 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 148,92 / cx
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Exportação

Apesar de restrições, Rússia é o principal destino da carne suína brasileira

Mercado russo é exigente, no entanto, é o que paga o melhor preço pelo produto nacional.

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Apesar de restrições, Rússia é o principal destino da carne suína brasileira

De acordo com os dados divulgados hoje (10/10) pela Associação Brasileira da Indústria Produtora e Exportadora de Carne Suína (Abipecs), a Rússia segue como o principal destino da carne suína brasileira em 2013, com participação de 26,87%. No ano, as vendas para o mercado russo somaram 104.591 t e US$ 311,08 milhões, o que representa um aumento de 6,04% em volume e 10,38% em valor. Tal liderança deve ser mantida até o final do ano, apontam as previsões da entidade.

Os números são positivos para o Brasil, que tem plena consciência de que o mercado russo é bastante exigente. Uma prova disso são as inúmeras restrições que o país impõe à carne suína brasileira. Na semana passada, por exemplo, a Rússia suspendeu as compras de produtos de 10 frigoríficos brasileiros. Foram constatados “descumprimentos generalizados e alguns particulares” de normas sanitárias e inspeções revelaram a presença de ractopamina (uma substância para estimular o crescimento muscular dos animais proibida na Rússia) na carne de porco à venda no Brasil. Tal restrição, de acordo com o presidente da Abipecs, Rui Vargas, já foi solucionada. Mas até quando? Porque este mercado tão imprevisível ainda é tão valorizado pelo agro brasileiro?

A resposta é simples, na opinião de Vargas. Apesar do Brasil sempre almejar a abertura de novos mercados para a carne suína, existe um fator crucial para manter os russos sempre na pauta das negociações: o preço. “A Rússia paga bem pelo produto brasileira. E quem paga bem, exige mais”. 

Atualmente Brasil é o segundo maior exportador de carne de porco e aves para a Rússia. No ano passado, as empresas brasileiras forneceram 124,4 mil toneladas destes produtos no valor de quase US$ 400 milhões.

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