Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 69,81 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 155,11 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 161,84 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 8,12 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 5,36 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 5,56 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 4,83 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 4,89 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 4,88 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 132,22 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 132,55 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 142,85 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 146,96 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 123,84 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 137,16 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,32 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,30 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.539,43 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.432,54 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 154,27 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 127,20 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 140,69 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 154,50 / cx
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Exportação

Apesar de restrições, Rússia é o principal destino da carne suína brasileira

Mercado russo é exigente, no entanto, é o que paga o melhor preço pelo produto nacional.

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Apesar de restrições, Rússia é o principal destino da carne suína brasileira

De acordo com os dados divulgados hoje (10/10) pela Associação Brasileira da Indústria Produtora e Exportadora de Carne Suína (Abipecs), a Rússia segue como o principal destino da carne suína brasileira em 2013, com participação de 26,87%. No ano, as vendas para o mercado russo somaram 104.591 t e US$ 311,08 milhões, o que representa um aumento de 6,04% em volume e 10,38% em valor. Tal liderança deve ser mantida até o final do ano, apontam as previsões da entidade.

Os números são positivos para o Brasil, que tem plena consciência de que o mercado russo é bastante exigente. Uma prova disso são as inúmeras restrições que o país impõe à carne suína brasileira. Na semana passada, por exemplo, a Rússia suspendeu as compras de produtos de 10 frigoríficos brasileiros. Foram constatados “descumprimentos generalizados e alguns particulares” de normas sanitárias e inspeções revelaram a presença de ractopamina (uma substância para estimular o crescimento muscular dos animais proibida na Rússia) na carne de porco à venda no Brasil. Tal restrição, de acordo com o presidente da Abipecs, Rui Vargas, já foi solucionada. Mas até quando? Porque este mercado tão imprevisível ainda é tão valorizado pelo agro brasileiro?

A resposta é simples, na opinião de Vargas. Apesar do Brasil sempre almejar a abertura de novos mercados para a carne suína, existe um fator crucial para manter os russos sempre na pauta das negociações: o preço. “A Rússia paga bem pelo produto brasileira. E quem paga bem, exige mais”. 

Atualmente Brasil é o segundo maior exportador de carne de porco e aves para a Rússia. No ano passado, as empresas brasileiras forneceram 124,4 mil toneladas destes produtos no valor de quase US$ 400 milhões.

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